DESCOBRI-ME CLAUSTROFÓBICA!

9.2.09 Talita Cavalcante 6 Comentários

Gente! Este sábado fui a BH fazer uma ressonância magnética.

Conhecem o aparelho? Uma coisa enorme com um buraquinho super estreito onde temos que ficar deitada por cerca de 40 minutos!



Estava super calma, mas batia queixo de frio devido à baixíssima temperatura da sala. Quem já fez esse exame, vai me entender. Colocaram aquela válvulazinha no meu braço para injetarem o contraste, me amarraram, colocaram sobre mim um tipo de bobina, me cobriram, me deram um fone de ouvido - o aparelho é muito barulhento - e a máquina me puxou pra dentro. Fiquei de olhos fechados até o momento em que, por curiosidade, os abri - estava lá há pouquíssimos minutos, mas levei um susto! O teto estava a meio centímetro do meu nariz e as paredes enconstavam nos meus ombros. Meu coração disparou, meu corpo começou a enfraquecer, fiquei sem ar! Tudo que fiz foi pedir pra que me tirassem, mas aí... começou um tumulto lá fora... cochichos... e ouvi frases assim "Você apertou isso?" "Não consigo religar"... Fiquei mais nervosa e descobri-me claustrofóbica! Achei que fosse desmaiar... onde estava o ar?

Ainda demoraram a me tirar de lá. Tiveram que fazer isso manualmente.

Quando saí me disseram que o aparelho tinha desligado sem razão e que iam religá-lo para terminarmos o exame. Mas não conseguiram! O aparelho tinha estragado! 

Que situação! Fomos a BH só pra isso. Mas, como diz meu marido, o que não tem solução, não é problema. Aproveitamos a tarde do sábado na capital e voltamos pra casa. Foi um bom dia, afinal.

Estou escrevendo isso, também por outro motivo: tem coisa que não é pra ser, né?

No dia anterior, sexta-feira, na estrada, indo pra Belo Horizonte, um atendente da clínica onde tentei fazer o exame me ligou pra dizer que o aparelho da unidade onde eu tinha agendado o exame tinha estragado e que eu precisaria adiar o atendimento. Pedi, então, que ele tentasse remarcar o exame de outro cliente de outra unidade para me encaixar, já que eu já estava viajando.  Ele conseguiu e cheguei, no dia seguinte, no horário marcado. E o resto, vocês já sabem... Não era pra ser! Mas agora tenho que reagendar o danado... ai, ai... tenho também que controlar essa claustrofobia...

6 comentários :

  1. Olá!
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  2. Que apuros heim? Hahahaha

    Socooorro, fiquei na agunia só de me imaginar nessa situação.

    O Lay ficou lindo viu??

    Beijos

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  3. Caraca..
    eu tb fiquei claustrofóbica,
    mas só de ler!!!!!!!!!!!!!
    afeeeeeeeeeeeee
    ..
    mudando de assunto, tá muito charmoso seu cantinho.....

    Bjks mil,

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  4. Ai que pesadelo garota!!! Só de pensar já me dá uma falta de ar... mas faer o que?! a gente tem que se cuidar!

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  5. Oi Talita!!
    Sei que vc já escreveu este post um tempão mas estava lendo seu post sobre aparelho de pressão, e dai vc mencionou e vim ler e tive que comentar..
    Eu faço esse exame anualmente há 2 anos e ainda não me acostumei com ele, todas as vezes eu tb fico muito apavorada, choro muito, minha mãe sempre entra comigo, tento ficar de olho fechado, até pq ñ é pra se mexer e isso é praticamente impossivel .. sei lá pelo menos pra mim, tenho que me controlar muito mentalmente!! Da última vez eu passei mto mal com o contraste, e já na realização do exame comecei me sentir mal e como queria (vomitar) quase que me engasgo, foi terrível, apertva o botaozinho pra falar com ele e ng me via (acho q o botão ñ estava funcionando), depois q me tiraram e fui pra casa passei mal durante o fds inteiro, o exame foi realizado no sáb pela manhã!! Fiquei com muito trauma da ressônancia e estou adiando a próxima já!! rsrs
    Mas este post todo é so pra dizer que entendo e imagino exatamente o que vc passou!!!rs
    bjs

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  6. Oi, Laly,

    Esses aparelhos são um horror mesmo! A situação que passou foi realmente muito pior que a minha. Sei lá... acho que não conheço ninguém que entra naquela máquina tranquilo. É muito demorado e precisamos trabalhar a mente pra não ficar pensando o tempo todo que estamos presas alí porque além de tudo eles nos amarram literalmente, né?

    Obrigada por dividir com a gente sua experiência,

    Beijos,
    Talita.

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"As redes de pescar palavras são feitas de palavras." Otávio Paz.