Mônica Paiva - entrevistada do dia!

3.8.09 Talita Cavalcante 22 Comentários

Mônica é uma leitora do dona perfeitinha que sempre me alegrou com seus comentários divertidos e colaborativos. Ela sempre termina seus comentários com um 'Com carinho, Mônica'. E hoje é a minha entrevistada.

Mônica Paiva tem lindas histórias pra contar. E ela as conta em seu blog Moniquinhaquinquinha. Super querida por toda a família, ela adora estar com todos os irmãos e sua mãe reunidos. Professora aposentada, ela mora em Belo Horizonte, Minas Gerais, e adora viajar para o interior onde passou sua infância.

Elisa, Tonha, Andrea, a mãe, Mônica (de cinza, à frente) e Marilia.

1) Oi, Mônica! Você nasceu no Rio de Janeiro, capital, e aos cinco anos mudou-se com sua família pra Santo Antônio do Amparo, cidade pequena do interior de Minas Gerais. Você acredita que sua mãe estava certa em dizer que no Rio de Janeiro sua infância e a dos seus irmãos não seria tão mágica como foi em Santo Antônio? Sua mãe continua morando na cidade?

Acho que sim, porque nesta época moravamos Renato, Homero, Elisa e eu em um apartamento no Leme, no Rio de Janeiro. Papai com medo de acontecer algum acidente, colocou grades nas janelas. E papai trbalhava demais. Ele saía antes da gente acordar e chegava às 10 horas da noite cantando a única musica que sabia, boi, boi, boi, boi da cara preta. Em Santo Antônio do Amparo tínhamos liberdade de fazer todas as travessuras que podíamos e brincar o dia todo na rua, sem acontecer nada de perigoso. O meu irmão logo que chegamos na cidade, perguntou se la´era o céu. Foi aí que meus pais perceberam que estavam agindo certo. Mesmo o ensino sendo ruim, continuamos morando lá por algum tempo e mais tarde mudamos para Varginha para termos melhor educação. Foi a melhor coisa que nos aconteceu: morar em Santo Antônio do Amparo. Mamãe não mora em definitivo lá. Ela intercala em duas cidades: Belo Horizonte e Santo Antônio. Porque seu médico recomenda e o tempo favorece em permanecer mais tempo na capital de Minas Gerais.

Mônica e seus irmãos, quando crianças:

2) Lembro-me de uma postagem sua em seu blog em que dizia que andar de carro de boi para uma criança é pura felicidade. Eu também já andei de carro de boi várias vezes na infância e achava simplesmente maravilhoso. Um devagar e um sacolejar e aquele rangido das rodas! Além dessa, quais brincadeiras de criança do interior te marcaram e fizeram a sua infância ser cheia de magia?

Eu não era tão peralta como minhas irmãs e irmãos. Era muito medrosa. Preferia ficar brincando de bonecas e de casinha. Eu tinha tudo o que podia existir em uma cozinha e em uma casa. Minha madrinha Zilá adorava me presentear com objetos de cozinha. Meu tio proporcionava passeios na Fazenda como escorregar em uma montanha. Eu nunca fui. Andar a cavalo, nem pensar! O cavalo mandava em mim e ia para onde ele queria ir, não para onde eu deveria enviá-lo. Quem estivesse assistindo ria demais. Acampar, quase sempre tinham que me trazer para a fazenda à noite porque estava com medo de cobra. Nenhuma das brincadeiras eu topava, tamanho o medo que eu tinha, mas brincar de casinha sossegadamente e andar nos córregos com minha tia Hilda eram os passeios preferidos.

Mônica brincando com sua boneca e Elisa:

3) Você teve que sair de Santo Antônio do Amparo para estudar. Depois que se formou, você voltou a morar na sua cidade?

Eu não precisei sair de Santo Antônio do Amparo para estudar curso superior. Na época, existia curso de final de semana em Três Corações. Eu fiz lá todo o curso de Pedagogia: Supervisão, Orientação e Inspeção. No decorrer da semana, eu trabalhava e nos finais de semana, eu estudava. O que me cansava era o meio de transporte variado no decorrer do curso: ônibus, carona e por último de carro ajudando nas despesas do veículo.

4) Trabalhar como professora de escolas públicas do interior de Minas deve ter sido em alguns momentos difícil e em outros muito prazeroso. O que mais gostava e o que te deixava indignada?

O que eu mais gostava era de ensinar, de realizar atividades diferentes, de passear com os alunos da 4a série para outras cidades, para que percebessem como era diferente o mundo onde viviam. Fui em Belo Horizonte, São João del Rei, Tiradentes, Lavras. Fui em outras escolas e até em Santo Antônio do Amparo, para conhecer mais de perto comércios, hospitais e minha casa (que era atração para eles por causa da piscina). Não ria, viu? E o que me desanimava era que apesar de tanta tecnologia ainda não percebemos como alfabetizar crianças com didiculdade de aprendizagem. Estudei muito, mas algumas crianças ficaram pelo caminho e isto me fez perder muita noite de sono. Porque não sabia o que fazer com estas crianças. Ainda procuro saber como estão. Mas vai haver um momento que terei receio de encontrá-las e não saber dizer porque errei. Porque sei que uma parte da culpa é minha. E a falta de esporte para estas crianças também me deixa profundamente indignada.


5) Sei que teve um fusca que seu pai te presenteou e com ele dava carona a diversos alunos seus. Antes de ter seu carro, porém, teve que andar na boléia de caminhões junto a outras professoras para chegarem à escola. Era divertido?

Eu aprendi com papai que não deveríamos ser diferentes. Enquanto todas as professoras pegavam carona no caminhão de café, porque eu deveria ser diferente e esperar outro tipo de carona? Eu ia junto também e acaba achando divertido e conversando com as moças. Elas diziam que trabalhar na roça era a coisa melhor do mundo.. Elas me deram muitas lições. E eu não ia na boléia não. Ia atras, da mesma maneira que elas. E isto nos fez ficar parecidas. Quando ganhei o fusca. ele teve mesmo este objetivo: levar as crianças para a escola, porque antes elas iam a pé ou de carona. Ainda não havia transporte coletivo como hoje.

6) Hoje você é aposentada e mora em Belo Horizonte. Quais são as atividades que mais gosta de fazer na capital? Quais são seus lugares preferidos em BH?

Eu sou muito caseira. Houve uma época, quando vim para BH aos 18 anos, de frequentar cinema. Todo dinheiro da mesada era gasto em assistir filmes. Hoje fico em casa com a mamãe durante a semana brincando no meu blog. E eu adoro camarão. Sempre vamos a uns restaurantes típicos de Belo Horizonte. Passeamos aos arredores de Belo Horizonte: além da Pampulha, Igreja São Francisco De Assis, Parque Municipal, Parque das Mangabeiras, Praça da Liberdade, Parque do Caraça (foi lá o aniversário das gêmeas alguns anos atrás). Mercado Central só para comer pastéis. Passear pelo Zoológico com os sobrinhos pequenos. O último lugar que fomos e o mais bonito foi em Brumadinho para conhecer o Instituto Inhotim. Imperdível!


7) Você é uma pessoa bastante comunicativa e, com certeza, tem muitos amigos. Ainda mantém contato com alguns da sua cidade, Santo Antônio do Amparo?

Eu sou muito tímida. Mas tenho muitas amigas em Santo Antônio do Amparo. Mensalmente faço questão de passear para revê-las. Muitas moram nas comunidades rurais. Quando chego, todas querem passear comigo, porque saio andando de carro para todas as fazendas por onde passei. É muito divertido.


8) Seus pais sempre foram muito próximos de você, né? A família, na sua opinião, é a maior riqueza do ser humano?

Minha familia é tudo o que eu tenho. Se eles não existissem eu já teria ido embora. Cada um de meus irmãos e sobrinhos eu amo intensamente. Cada um de meus tios e primos eu quero tão bem que presenteio com algumas lembrancinhas quando viajo para que saibam que os amo. Tenho medo de morrer sem que saibam que são tão importantes para mim como a fé católica que professo.


9) Sei que tem duas irmãs gêmeas, Andrea e Marilia (Marilia tem um blog, o divertido Segredinhos do casamento que sua mãe não te contou). Em sua família, é comum as mulheres terem gêmeos? Como é ter irmãs gêmeas? E como é ser a primogênita de uma família com muitos irmãos?

É muito comum ter gêmeas. A minha bisavó materna era gêmea. A filha dela teve filhos gêmeos e a neta também. Os meus primos gêmeos são filhos de um irmão da mamãe. Os curiosos dizem que são uma geração sim e uma geração não. Nesta geração ainda não nasceu nenhum. A espera foi de ansiedade porque eu já tinha 8 anos. Já sabia que havia algo diferente. Tudo foi dobrado. Eu achava lindo ver tantas roupinhas de bebê. E quando nasceram foi uma alegria muito grande porque a cidade parou para vê-las chegar. Eu nunca pensei que era a primogênita porque meus irmãos é que desafiavam meus pais. Eu nunca senti que precisava liderar. Meus irmãos já eram líderes. E era divertido porque se preocupavam comigo. Quando ganhei a bicicleta, não aprendi a andar por excesso de zêlo. Meus pais disseram que eu não podia cair senão eles iriam apanhar. Hoje ainda penso que sou a caçulinha. Andrea faz tudo o que mamãe e eu queremos. Agora os papéis se inverteram.
Mônica entre Maria Alice e Afrânio:
Elisa, a mãe deles, Andrea, Mônica, Marilia, Renato e Homero:

10) Sendo uma irmã tão querida, você é muito mimada por todos? Também por isso diz que nunca precisou aprender a cozinhar?

Uma vez quase apanhei de papai porque não sabia cozinhar. E mesmo assim não aprendi. Primeiro a Tonha não deixava nem a mamãe entrar na cozinha. Ela não sabia o que iria comer. A Tonha idealizava e criava os pratos que achava adequado. Quando as gêmeas ficaram maiores é que ela abriu a cozinha. E aprenderam com a Tonha a cozinhar. A Elisa aprendeu em Diamantina para agradar o namorado Gabriel. E eu acho que como não precisava agradar ninguém, não aprendi. Será que é verdade? Ou é preguiça mesmo?


11) Sei que é fã do Roberto Carlos e foi ao seu último show no Maracanã, mas não ficou para assistí-lo todo porque choveu bastante, né? Mesmos assim teve momentos divertidos no Rio ao lado de suas irmãs. Como foi visitar o Rio novamente? Quando se tornou fã do Roberto Carlos? Já foi em outros shows dele? A que você atribui o sucesso enorme e essa carreira longa e bonita dele?

Sou Ferreira e esta descendência é de ignorante para música. Eu não sei uma letra de nenhuma música do Roberto. Eu lembro de passear em Belo Horizonte quando tina 10 anos e comprar livrinhos de música do Roberto que ensinavam no violão, sem nunca ter vontade de aprender. Eu queria era guardar os livrinhos. Em Varginha, quando eu tinha 15 anos, havia um parque que ia na cidade e tocava o dia inteiro as músicas do Roberto enquanto a gente brincava no Tobogã. Em Varginha eu fui em inúmeros shows, mas na arquibancada. Andrea e eu fomos em três shows seguidos em BH para ver se eu ganhava a rosa. No quarto fui com Elisa que pediu para uma fã dele a rosa que ganhou porque ela já tinha quatro em casa. Mas não é a mesma coisa. Agora eu quero ir no camarim dele. A rosa eu já desisti. Mas não sou uma fã fanática. Mas já fiz papai me levar em Cachoeira do Itapemirim. O sucesso do Roberto se chama: carisma. Ele foi na juventude um exemplo saudável. E ele é para nós adultos um exemplo de que pode dar certo aquele artista sem precisar usar drogas. Eu o adoro, por isso! Por ser católico e por saber conservar os amigos. Eu vou muito ao Rio de Janeiro. Marilia mora lá há bastante tempo. Eu ficava sempre com ela. E já visitei todos os pontos turiíticos da cidade com Marilia. O Rio para mim continua lindo porque papai amava esta cidade maravilhosa. Ele sabia o nome de cada bairro quando mostrava do alto do Corcovado. E agora Marilia é a mesma coisa. Ver Marilia é sentir a presença do papai entre nós e me dá muita alegria de saber que está morando num lugar que papai também acreditava ser abençoado por Deus.


12) O que te levou a criar o blog moniquinhaquinquinha e a escrever nele suas lindas histórias de vida?

Foi minha irmã Andrea. Ela fez tudo o que eu não sei fazer para iniciar o blog. Eu só comecei a escrever e agora não sei como parar. Virou mania. Ainda bem que é uma mania sadia. Eu adoro meus amigos que me escrevem. Todos são especiais. Quando eu não tinha internet, eu escrevia cartas diversas vezes no ano: na Páscoa, no Natal, nos aniversários e as respostas eram minimas. Se no Natal eu escrevia trinta cartas respondiam dez. E eu ficava desapontada. Agora não. Neste momento estou com um tantão de amigas para comentar e vou receber de imediato as respostas. Mesmo aquelas que moram no exterior. Sem precisar esperar dias e meses. E isto que me faz gostar cada vez mais de ficar por aqui.Acho que vou ter um mihão de amigos quando fizer sessenta anos. Só não sei como vou fazer no meu aniversário. Porque no meu aniversário de cinquenta tive que fazer duas festas. Uma em BH e outra em Santo Antonio do Amparo, de tantos amigos e primos.

13) Por que acha que depois de contar todas as histórias de seu álbum de fotos não terá mais nada a escrever? Você tem um brilho e um carinho todo especial em seus textos e recadinhos que pertencem a você unicamente e não ao seu álbum. Você tem opiniões marcantes sobre diversos assuntos e não só experiências, mas também muitos bons sentimentos para colocar em palavras.

Eu pensei mesmo, que quando as fotos acabarem, acabou a minha história. A maioria das fotos foram tiradas por papai. Ele tirava para registrar os momentos que estávamos vivendo. Sem este brilho que só eu vejo por detrás das câmaras não terá sentido escrever por mais tempo. Mas vou passar a escrever através das fotos que acabei de tirar. Minha máquina é pessima e a fotógrafa pior ainda, mas o sentimento eu quero passar. Então acho que estou mudando de idéia.


14) Dentre tantas alegrias e bons momentos que tem ao lado de sua família, qual foi o momento mais difícil para todos?

Foi o falecimento de papai. Mesmo Renato nos consolando e dizendo que ele está perto de nós sem precisar viajar para estar conosco, que ele está conosco, eu sinto muito a sua falta. Ele era o meu ídolo. O Roberto Carlos é só um amigo. O meu ídolo, o melhor pai e amigo que existe, eu sei que está no céu e é isto que me conforta. Eu não perdi o chão que respiro porque tenho uma familia que me ama. Se não!


15) Quais são seus sonhos, Mônica?

Eu não preciso de sonhos. Eu já tenho tudo que preciso. Mamãe, Renato, Homero, Elisa , Andrea, Marilia. Ivani, Renata. Raphael, Lucas, Thais, Afranio, Tobias. E Gabriel e Marcelo. Eu rezo para que os sonhos destas pessoas que eu amo se realizem. Eu desejo que cada um seja feliz e que os seus sonhos se concretizem. E peço que aquelas crianças que passaram por minhas mãos também sejam felizes e que Deus providencie o melhor para eles. O meu sonho é o sonho das pessoas que por elas tenho um amor infinito. Minha família e meus alunos: os mais humildes e que necessitam de carinho. É por isso que gosto de terminar COM CARINHO. É carinho que desejo para todos que convivem comigo. E os meus defeitos? Você não perguntou? Tenho inúmeros.
Quase toda a famíla reunida em viagem à Itália:

Mônica! Com tantas qualidades, qualquer defeito não mereceria o nome que tem... Você é simplesmente uma das pessoas mais puras que conheço e é pra mim maravilhoso ter um pouco da sua história publicada aqui no dona perfeitinha.

22 comentários :

  1. Talita Samuel E Sofia
    A mamae leu e disse que as minhas rspostas foram sinceras porque as perguntas que vieram de você só podiam ser de uma pessoa que realmente tem a intuição de saber que sou uma pessoa feliz.
    MUITO OBRIGADA É POUCO.
    PENA QUE NÃO SEI DIZER EM OUTRAS LINGUAS.
    SÓ PEÇO QUE TENHA SUCESSO PROFISSIONAL E QUE SUA VIDA POR MAIS DIFICIL QUE SEJA TENHA CHUVAS TORRENCIAIS DE FELICIDADE.
    Com carinho Monica

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  2. Olá!
    Talita, eu conheci a Mônica através de seu blog, e ela sempre tem uma palavra doce para dizer. Fico pensando na dádiva que ela deve ter sido como professora!
    Excelente postagem. Beijos.

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  3. Oi, Mônica!
    Que entrevista linda construímos!
    Estou muito feliz por ter um pouco de sua história publicada por aqui.

    Mando um beijo nosso a você, sua mãe, à Andrea e a Marília e todos de sua família.

    Será que eu confundi a ordem na foto de quem é Marilia e quem é Andrea? É só me falar que eu corrijo, tá?

    Beijo grande,
    Talita.

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  4. Acho bem legal essas entrevistas que vc faz. Sempre uma história legal em cada uma delas.
    boa semana!
    bj

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  5. A Monica é mesmo uma pessoa encantadora e sempre muito carinhosa.Adoro ouvir suas histórias e alegria que ela tem.A entrevista ficou maravilhosa.
    Bjs

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  6. Talita,
    Pelo meu blog, a Mônica me avisou que havia sido entrevistada pela Dona Perfeitinha e eu me pus a campo para saber quem era a Dona Perfeitinha. Então, entrei no blog da Mônica e "linkei" seu nome.
    Gostei muito de conhecê-la e achei ótima a entrevista.
    Parabéns. Convido-a a visitar meu blog.
    Beijo.

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  7. Talita, a Mônica é uma fofa e simplesmente adorei saber um pouco mais sobre ela. A-D-O-R-O os comentários que ela faz em meu blog... ela é tão doce, tão querida. Parabéns pela sutileza e sensibilidade nas perguntas. Obrigada pela emoção de "ouvir" uma das minhas leitoras prediletas. Beijo grande

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  8. Talita,
    a Monica é tudo isso e mais um pouco.Ela é muito preciosa e tem uma pureza e um coração tão lindo que não se vê hoje em dia, ela é muito especial. Adorei a forma como conduziste as perguntas, ficou muito bom. Gostei muito de ler e conhecer um pouquinho mais sobre ela aqui no teu espaço. Um grande abraço

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  9. Talita, sou suspeita para falar, mas adorei a entrevista. Vc realmente escolheu muito bem as perguntas. Parabéns pelo seu blog.
    E realmente acho que minha irmã mereceu ser entrevistada. Ela é exatamente assim como suas respostas e como falaram acima - "doce, querida, pura e tem um coração tão lindo".
    Quem hoje em dia diz que o seu sonho é o das pessoas que ama? Só mesmo alguem muito especial.

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  10. Vou mandar colocar este texto em um quadro. Da mesma maneira que meus alunos fazem com os diplomas.
    Mas eu tive tantos que não podia colocar em um quadro. Mas esta unica entrevista eu vou colocar, porque estou parecendo que sou especial.
    Muito obrigada para todos que leram.
    Voces são minhas correspondencias diarias.
    Escrever e ler são os melhores presentes que ganhei de Deus. e voces os melhores amigos que ganhei também deste ser supremo.
    Com amor Monica

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  11. Adorei a entrevista, a Mônica sempre me faz uma visitinha e deixa comentários carinhosos!!!
    Bjs...

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  12. MÔNICA,
    Hoje mais que nuca posso dizer:
    PRAZER EM CONHECE LA, minha amiga querida.
    Falar sobre voce me parece querer sobressair ao Obvio.
    Sempre senti que a sua vida era assim em tudo que aqui voce revelou.Não precisei repensar muitas coisas, já conhecia sua alma , que é uma tradição familiar.VIVE PERTO DO DIVINO!

    Que Deus continue lhe abençoando, minha MONICA , QUERIDA AMIGA.
    Faço este comentario de sua entrevista e quero aqui inaltecer a forma brilhante pela condução feita pela nao menos brilhante amiga, Dona Perfeitinha
    Abraços e muitos carinhos para voces
    SuellyMarquêz das geraes

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  13. Talita, saudaçoes da fraternidade mineira, em agradecimentos á sua gentileza de sempre e em especial nesta entrevista, que com tanta maestria voce soube conduzir com a Monica!
    Carinhos mil
    Suellymarquêz das geraes

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  14. Ahh! A Entrevista da Mônica ficou linda!! Ela é um doce de pessoa!!!
    Que amor!!! Adorei

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  15. A Mônica realmente é uma pessoa incrível e sua entrevista não poderia ser diferente!
    Ela tem amor em seu coração, é de família, uma pessoa querida, não só por sua família, mas tb por todos os amigos blogueiros que conquistou!!

    Que ela seja sempre assim, abençoada por Deus, feliz, amiga!!

    Parabéns Mônica e parabéns Talita!!

    beijos

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  16. Este comentário foi removido pelo autor.

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  17. Linda Entrevista , gostei muito de conhecer mais sobre a dona da frase " Com carinho, Mônica ". Ela sempre responde com muito afeto aos postes e comentários que faço. é uma grande benção te-la conhecido ! Parabéns pelo Quadro no seu blog, pessoas como vc são que enriquecem mais ainda a Blogosfera.
    Um abraço do desventurado :) !

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  18. Conocí a Mónica a través de los blogs y desde enyonces he seguido sus gratas historias familiares.

    Es una persona encantadora y cariñosa, sabe usar la palabra para hacer sentir bien a los que le leemos.

    La entrevista les ha quedado muy bonita, mi humilde reconocimiento, desde México!

    Abrazo y beso para ustedes!

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  19. Linda, meiga, profunda... que entrevista maravilhosa, o conjunto de perguntas e respostas foi pefeito!! Amei conhecer mais da Moniquinha!! Bjins

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  20. Canto en flor,

    Adorei seu comentário. Obrigada. A Mônica realmente merece diversos elogios. Ela é mesmo encantadora.

    Um abraço,
    Talita.

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  21. parabens para a monica ela e uma pessoa de deus e fico feliz por tela como conterranea de saa

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  22. A Monica foi minha professora em Santo Antonio do Amparo de catecismo ela ajudava na igreja tambem conheci alguns de sua familia mais nao sabia que tinha uma historia tao linda. isso a 15 anos atras hoje ja tenho 25. um abraco tia monica.

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"As redes de pescar palavras são feitas de palavras." Otávio Paz.