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Falando ao telefone


Gente! Tem coisa mais chata que atender a um telefonema na comodidade da casinha da gente e ouvir um "Quem tá falando?" - como assim quem 'tá' falando? Quem liga sabe exatamente pra quem está ligando. Por sua vez, quem atende não faz idéia de quem está do outro lado da linha.

Penso que o mínimo de etiqueta ao telefone é necessário. É tão bom ouvir alguém educado do outro lado...

Ao ligar, a primeira coisa que fazemos é nos apresentar. Depois dizemos a que ligamos ou perguntamos por quem gostaríamos de falar.

"Oi! Aqui é Talita. Eu gostaria de falar com a Sofia, ela está?" - Simples assim... quando as pessoas que ligam pra minha casa e já de prontidão se apresentam, fico sem pé atrás, mas do contrário, fico tensa por não saber com quem estou falando e a conversa acaba fluindo mais fria, pela desconfiança que gera em mim.

Vocês também se sentem assim?

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Tomate seco vapt-vupt!

Eu adoro tomate seco! A primeira vez que comi foi um que minha madrinha costumava fazer. O sabor do dela era único! E era segredo... acho que nunca contou pra ninguém como fazia.

Passou-se alguns anos e minha sogra resolveu fazer e experimentei de novo aquele sabor: sabor de tomate seco caseiro é bem melhor! Mas dá um trabalhão.. (veja abaixo da receita de hoje, o que é preciso fazer para desidratar o tomate).

Há poucos dias, descobri na loja de produtos naturais da minha tia Angela (a Raízes da Terra, em Ponte Nova, MG - tel: 31 3817-1033), um tal tomate desidratado da Argentina.

Comprei 150g e eis que meu tomate seco vapt-vupt, sem enfrentar horas de forno, ficou maravilhoso:

Ingredientes:
150g de tomate desidratado
25g de alho desidratado
sal
açúcar
meia lata grande de azeite

Olha só o que fiz:



Para dar sabor ao tomate seco, coloque bastante alho desidratado.
Deixe na geladeira por mais 24 horas antes de consumir:
Para quem é de Ponte Nova, o alho desidratado também é encontrado na Raízes da Terra - (31) 3817-1033. 

Feitos assim, ainda saem mais baratos e ficam muito mais saborosos que aqueles comprados prontos.

E você? Também adora tomate seco?

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Para servir quando receber amigos em casa

Pra receber os amigos em casa, tenho uma boa dica de petisco pra servir:

Faça torradas cortando pães de forma em quadradinhos;
Faça um molho de tomate com tomates pelati (inteiros ou em pedaços) com temperos a gosto e açucar, sem esquecer das cebolas douradas em azeite ou óleo.
Depois, coloque o molho sobre as torradas e rale queijo parmesão sobre elas.
Volte com elas ao forno até o ponto que desejar.

Sempre faz sucesso aqui em casa! Acompanha bem cerveja e vinho.


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ENTREVISTA - Profissão: Psicóloga

Minha entrevistada de hoje é uma garota super comprometida com o trabalho. Interessada, busca cada vez mais aprimoramento e se solidifica como psicóloga na cidade de Ponte Nova, MG. Num bate papo esclarecedor, Marcela falou principalmente sobre duas doenças mentais super em foco no momento: a bipolaridade e a esquizofrenia.


Marcela Mansur Pires Gomides é psicóloga. Formada pela Universidade Federal de São João del-Rei, em São João del-Rei, ela tem 25 anos e é pós-graduada em Dependência Química. Atualmente faz duas pós-graduações, uma em Psicologia Hospitalar e outra em Saúde Mental Contemporânea (PUC Minas). Trabalha no CAPS, Centro de Atenção Psicossocial; no CREAS, Centro de Referência Especializado da Assistência Social e na APAE, Associação de Pais e Amigos de Excepcionais, dedicando-se também à psicologia clínica, na cidade de Ponte Nova, MG.


1) Oi Marcela! Como surgiu seu interesse pela profissão de psicóloga?



Meu noivo é psicólogo, no período no qual o mesmo cursou psicologia, eu gostava de ler os textos que ele trazia para sua casa nos finais de semana e assim, fui me apaixonando pelo que lia. Com dezessete anos optei por fazer vestibular para cursar psicologia.

 



2) Qual o campo de maior interesse pra você dentro da psicologia?



Para mim o campo de maior interesse é na área da saúde. Apesar de dedicar algumas horas ao trabalho social, já trabalhei na área hospitalar e agora estou me dedicando ao CAPS, estou me sentindo realizada atuando no Centro de Atenção Psicossocial.

 



3)Você já é especialista em Dependência Química e está terminando em Psicologia Hospitalar. Pretende então se especializar também em saúde mental?



Sou especialista em Dependência Química, estou terminado uma especialização em Psicologia Hospitalar e iniciando na PUC, este mês a especialização em Saúde Mental Contemporânea. As três pós- graduações estão ligadas a área da saúde. Hoje no CAPS trabalho diretamente com a Dependência Química.

 



4) Já pensou em trabalhar na área acadêmica?



Sim, mas não obtive sucesso nesta área. Estou aguardando algumas decisões na minha vida pessoal, pois pretendo tentar mestrado e seguir a carreira acadêmica. Porém, desejo um mestrado na área da saúde.

 



5) Existem doenças mentais como a bipolaridade e a esquizofrenia que estão na moda. Quando pessoas famosas se dizem bipolares, por exemplo, a mídia passa a abordar mais o assunto. A esquizofrenia é outra dessas doenças em foco nos dias de hoje e é tema na novela "Caminhos da Índia". Explica pra gente o que são a bipolaridade e a esquizofrenia? São doenças graves? Evoluem até que ponto se não tratadas?


 

A esquizofrenia é um transtorno que acomete pessoas precocemente com relação a idade, conduz graves alterações do pensamento, afeto e vontade. Muitas delas são conduzidas a um longo afastamento da realidade externa, com enorme desgaste emocional e econômico para os pacientes e suas famílias. A esquizofrenia é definida como um transtorno crônico, apresentando apenas períodos de melhoras relativas e curso deteriorante. Entretanto podemos observar casos de prognósticos mais favoráveis e casos de prognósticos mais reservados. Alguns fatores que melhoram o prognóstico são: início tardio e de forma aguda, boa adaptação pré-mórbida, sintomas afetivos e reativos, sintomas positivos e bom sistema de apoio social e familiar. Alguns fatores que pioram o diagnóstico são: início precoce e insidioso, má adaptação pré- mórbida, isolamento social, sintomas negativos, história familiar de esquizofrenia e episódios de reagudização sintomatológica (Filho, Bueno e Nardi, 2005)


No Transtorno Humor “a perturbação fundamental é a alteração do humor ou afeto, usualmente como depressão ou elação. Esta alteração de humor é acompanhada normalmente por uma alteração no nível global de atividade e a maioria dos outros sintomas é secundária ou facilmente compreendida no contexto de tais alterações” (CID-10).  O Transtorno Afetivo Bipolar é classificado como um tipo de Transtorno de Humor. O Transtorno Afetivo Bipolar é caracterizado por episódios repetidos nos quais o humor e os níveis de atividade do paciente estão significativamente perturbados, esta alteração consiste em algumas ocasiões  de uma elevação de humor e aumento de energia e atividade e em outras de um rebaixamento do humor e diminuição  de energia e atividade. Como os pacientes que sofrem somente de episódios repetidos de mania são comparativamente raros e se assemelham àqueles que têm também, pelo menos episódios ocasionais de depressão, tais pacientes são classificados como bipolares (CID-10).

 



6) Uma pessoa que seja bipolar ou esquizofrênica pode ter uma vida normal? A psicoterapia é algo essencial na vida delas?


 

Depende do comprometimento que a doença apresenta, do estilo de vida que a pessoa possui, dos sintomas que a pessoa apresenta e qual o prognóstico, isto vai depender de cada caso e de qual nível de normalidade estamos falando. A psicoterapia de uma pessoa que possua o diagnóstico de esquizofrenia ou bipolar deve sempre ser realizada como tratamento paralelo à medicação, a psicoterapia irá os ajudar no caminho de retorno à realidade que a medicação irá tornar possível.  Alguns autores consideram que qualquer enfermidade humana será melhor tratada  se cuidarmos do problemas psicológicos que a envolvem sempre.

 



7) Tanto a bipolaridade quanto a esquizofrenia são doenças ainda muito estigmatizadas pela sociedade. O que você acha que falta ao entendimento popular para que o preconceito diminua?


 

Sintomas apresentados por estes transtornos fogem das características apresentadas por pessoas ditas “normais”. Apesar de toda a evolução da psiquiatria ao longo do tempo, muitas pessoas ainda apresentam preconceitos. É interessante colocar que as pessoas saibam que pode haver uma estabilidade em pessoas que possuem a esquizofrenia ou a bipolaridade quando possuem o acompanhamento de especialistas. Mesmo que se torne um transtorno crônico, são pessoas que estão ali e não devemos considerar só a doença. Devemos passa a ver a pessoa enquanto sujeito e não enquanto doença.

 



8) A terapia está na moda e tem sido um estilo de vida pra muitas pessoas comuns e é fato que ela faz bem ao ser humano. Mas algumas pessoas, quando interrompem as idas ao psicólogo, sofrem. A que você atribui essa dependência de alguns que não conseguem ganhar 'alta' da terapia?


 

Primeiramente o tempo de terapia vai depender da abordagem utilizada no tratamento. Dentro da psicologia temos várias abordagens, algumas mais breves e outras que demandam um período maior. Além disto, o período de terapia irá variar de acordo com o desenvolvimento da pessoa no processo, algumas pessoas se dão alta do processo de terapia, se sentindo mais preparadas. Existem casos em que as pessoas não tomam decisões sem antes ir a terapia, mas o objetivo é que a pessoa consiga seguir sua vida sozinha, não apresentando esta dependência.

 



09) Quais são os maiores motivos de procura do psicólogo para terapia?


 

As pessoas muitas vezes procuram a terapia por não conseguirem lidar com problemas que surgem na vida cotidiana. Os maiores motivos das pessoas procurarem terapia são: depressão, fobias, dificuldade de lidarem com filhos adolescentes, problemas de relacionamento.

 

Bibliografia utilizada:

Nunes, Bueno e Nardi (2005) Psiquiatria e Saúde Mental: conceitos clínicos e terapêuticos fundamentais. São Paulo. Editora Atheneu.

Classificação de Transtornos Mentais e de Comportamento da CID-10.

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CD: Jack Johnson - Bushfire Fairytailes

Eu ainda não tenho esse CD, mas estou querendo comprar.

Adoro as músicas que Jack Johnson canta com Ben Harper. Este cd é o Bushfire Fairytailes, o de estreia de Jack Johnson (mas não tenho certeza se é neste ou em outro do total de quatro que já lançou em que ele canta com Ben Harper - se alguém souber, me dá um toque?).

A história de Jack Johnson na música é bastante acidental. Parece que sempre foi surfista, mas aos 17 anos sofreu um acidente ao pegar onda quando quebrou alguns dentes e levou 100 pontos, tendo que ficar em casa por muitos dias e o violão virou seu maior companheiro. Depois voltou pro mar, mas começou a tocar em barzinhos e em casa de amigos como Ben Harper e acabou sendo 'descoberto' e incentivado a gravar esse que foi seu primeiro CD.


A foto dele é de Alexandre Schineider da UOL, em show que fez em São Paulo:


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LIVRO e FILME: O jardim secreto

Li o livro quando adolescente e voltei a reler recentemente - adoro a linguagem rebuscada e formal que me ajuda a compor o cenário do passado. Depois lançaram o filme que é a coisa mais fofa e estou louca pra voltar a rever. 

O livro é de Frances Hodgson Burnett. Fui publicado em 1909. Dizem que é a melhor obra desse autor, mas gostaria de ler outro título (se alguém já tiver lido outro, me indica?).


O filme foi lançado em 1993 e é distribuído pela Warner Bros.

A história é sobre 3 crianças. Maria, a menina, acaba de perder os pais, após um surto de cólera, e vai morar com um tio no campo. Ela tem um primo que é mantido escondido e fechado em casa por ser considerado muito doente. Enquanto explora os arredores da mansão e descobre um jardim secreto, também descobre seu primo, Colin, a quem todos fazem as vontades. Ela faz amizade também com Dick, irmão de uma funcionária da casa do tio. Enquanto o tio viaja, Maria e Dick ajudam Colin a sair de casa, conhecer o jardim secreto e voltar a ter forças e fazer o pai dele feliz de novo.

Vale mesmo a pena assistir e ler essa história tão cativante...



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Trabalho voluntário... foi bom pra mim!


Quando me mudei pra Belo Horizonte, aos 16 anos, fui morar sozinha. Sentia solidão... era bem difícil. Grudava em alguma leitura romântica pra fugir um pouquinho da realidade. Foi então que um professor de filosofia me perguntou se eu não gostaria de ajudar numa instituição de caridade que a minha escola mantinha.

Aceitei e foi bem legal a experiência. Passei um ano indo uma ou duas vezes por semana ajudar crianças em seus deveres escolares. Eram crianças tiradas da rua - normalmente os pais trabalhavam o dia inteiro e as deixavam durante todo o dia por lá - ficavam obrigados. Algumas crianças, no início, me deram trabalho. Uma chegou a cuspir quase na minha cara. Quase desisti, mas depois eles passaram a me respeitar e sentiam minha falta!

Nem todos tem a sorte de ter pais sempre ao lado. Preservo e dou muito valor a isso. Principalmente agora que sou mãe! É bom demais poder estar sempre ao lado da minha filha. Sei que nem todos podem ou querem isso pra si, mas pra mim, é a maior felicidade que posso encontrar.

Você também já fez algum trabalho voluntário?

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Um jeito diferente de preparar um strogonoff

Minha amiga Fernanda me mandou uma receita, que já publiquei por aqui, que apesar de eu ter querido fazer igualzinho, não achei seu ingrediente principal: a carne seca.

Dessa forma, substituí por filé de boi cortado em tirinhas (ou foi em cubos????) - já nem me lembro mais, mas pelas fotos acho que cortei em cubos...

Gente! Ficou uma delícia! Vou sempre fazer aqui em casa.

1 e 2) Dourei 1 cebola grande picada no óleo;
3) Piquei a carne, temperei com alho e sal e shoyo
4 e 5) Joguei na panela com a cebola e deixei fritar por um tempinho.
6) Coloquei um pouco de pimenta do reino:


1) Despejei um vidrinho pequeno de leite de coco,
2) Uma caixinha de creme de leite e deixei cozinhando mais um pouquinho.
3) Virei num pirex:


1) Coloquei requeijão sobre a mistura e levei ao forno
2 e 3) Ralei mandioca crua:


1) Fritei a mandioca crua e ralada em óleo quente, usando o pegador de macarrão pra desvencilhá-las e não deixá-las grudar.
2) Escorri em papel toalha
3) Servi moldando o arroz (como na postagem anterior) com uma porção do strogonofe e mandioca palha pra enfeitar e dar mais sabor:

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Pra fazer um prato mais bonito...

Tem coisa melhor que comer algo gostoso com uma apresentação bonita? É por isso que dizem que também comemos com os olhos, né? Tem coisa que até hoje não experimentei por causa do cheiro e da aparência estranha.

Pra fazer um arroz todo bonitinho no prato, é legal moldá-lo em algum cilindro ou vasilha de formato bonito que você tem em casa. Pra terminar... que tal um pouco de batata palha ou mandioca palha em cima, pra enfeitar mais?

Deem uma olhada e depois me digam o que acharam.









Você também tem alguma dica para fazer um prato bonito? Manda pro e-mail donaperfeitinha@gmail.com, pra gente publicar...

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De chocolate! Por Sandra Saraiva

Dia desses, ao chegar na casa da minha sogra, deparamo-nos com esse doce super diferente e com um sabor maravilhoso que ela fez com todo carinho, como tudo que faz. Parece um tipo de mousse, mas com um sabor bem especial e diferente...

Ingredientes: 
2 barras de chocolate com castanha de cajú
3 colheres de sopa de creme de avelã (como Nutella)
1 caixinha de creme de leite
100 ml de leite
1 ovo ligeiramente batido
250g de castanha de cajú torrada e picada 

É só derreter o chocolate em banho maria, juntar a ele o creme de avelã, o creme de leite e o leite. Acrescente o ovo e deixe cozinhar por mais 3 minutos. Depois, transfira essa mistura ao liquidificador e bata até que fique homogênia. 

Para servir quente:

Você pode distribuir a mistura em potinhos sobre uma pequena camada de castanha de cajú ou colocar a castanha no topo. Para acompanhar: sorvete de creme.

Para servir frio:

Normalmente a castanha perde o crocante quando vai à geladeira. Por isso, apenas vire a mistura em potinhos ou em uma única vasilha e leve à geladeira por duas horas. No momento em que for servir, coloque a castanha torrada sobre a sobremesa.

Sandra pegou essa receita no site de Ana Maria Braga.
O dela ela fez sem o creme de avelã e todos aprovaram... o sabor ficou delicado e, imagino, menos adocicado. Excelente!

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Girafas... olha só as daqui de casa!

Minha mãe me presenteou com essas lindas girafas feitas no Kênia. Adorei esse jeitinho de abraço de girafa! Formam exatamente um coração dependendo do ângulo que se olha. 


Você também tem alguma peça diferente compondo a decoração da sua casinha?

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Aparador de pêlos: recomendo!


Esse aparelhinho.... vou te contar! É uma 'mão na roda'. O nome é aparador de pêlos. É pequeno, é recarregável e, aqui em casa, uso pra duas coisas principalmente:

1) Cuidar do maridão: fazendo o pé dos cabelos dele.

2) Cuidar da nossa filha: você é daquelas mães que pra cortar a franjinha do seu filho ou filha sempre leva no salão? Pra quem acha que cortar cabelo de criança é difícil e perigoso, eu concordo! Mas se não confio nem em mim pra usar a tesoura durante a permanente inquietação da minha filha, vou confiá-la a outra pessoa? Nem pensar! Esse aparador de pêlos é sensacional pra cortar cabelos de crianças, já que sua lâmina nunca fica exposta e não machuca, já que só corta o cabelo que entra no pente. Basta encostar o pente na altura que quiser cortar os cabelos, com o aparelhinho ligado e pronto! Simples assim e fica perfeito! Retinho... O cabelo de Sofia está crescendo tanto que temos que cortar a franjinha todos os meses!

Recomendo! É da Panasonic. Compramos o nosso no mercado livre. O maior cuidado é averiguar se o aparelhinho é original porque já há muitos falsificados por aí.

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Translado X Traslado

Há muita gente que confunde essas duas palavrinhas...

Translado vem de transporte e tem o mesmo significado. Assim, translado é o transporte de algo ou alguém de um ponto a outro como, por exemplo, o transporte que as agências de viagem nos oferecem do aeroporto ao hotel e do hotel ao aeroporto.

Traslado, por sua vez, tem dois significados (e é por isso que causa tanta confusão):
1) significa cópia fiel de algum documento, normalmente autenticado em cartório e, portanto, pode até ser considerado uma segunda via. Ou seja, se algo foi trasladado, foi copiado, transcrito.
2) significa também transporte, transferência, mudança de um lugar pra outro - por isso há quem chame o transporte que as agências de viagem oferecem aos seus clietes do aeroporto ao hotel e do hotel ao aeroporto de traslado e não de translado - mas ambas formas estão corretas.

Obs.: Como a palavra traslado significa transporte, essa palavrinha é comumente usada para transporte de pessoas mortas e isso gerou uma consternação nos comentários como se tal palavra se aplicasse apenas a isso, mas é bom lembrar que seu significado não se restringe a esse uso específico. E para tal uso a palavra translado também se aplica corretamente. O que acontece é que é mais comum ouvir traslado para esse tipo de transporte.

Então eu digo: Eu e meu marido utilizamos o traslado da CVC em nossa viagem de lua de mel.
Ou eu digo: Eu e meu marido utilizamos o translado da CVC em nossa viagem de lua de mel.

Das duas formas estarei falando corretamente.

Um translado ou um traslado de pessoas pode ser feito de ônibus

Um translado ou um traslado de carros e pessoas pode ser feito de balsa

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FENG SHUI: Guá da Saúde


Além dos 8 guás representados pelos 8 lados do ba-guá, o feng shui defende que cuidemos bastante também e principalmente do ponto central de nossas casas.

É alí, o centro da nossa casa, que devemos tratar como a representação da saúde física, mental e espiritual dos moradores.

Quadros de natureza e móveis quadrados são ótimos para o cantinho da saúde:
O elemento que reje o guá da saúde é o Terra e podemos representá-lo através de plantas, flores e cerâmica, como o vaso que se segue:


As cores terra, amarelo e laranja são as mais apropriadas para harmonizar esse setor.

Neste guá, evite: escadas, banheiros, elevadores, cozinha, depósitos:


Curas: Caso não haja como evitar qualquer desses ambientes no guá da saúde, contorne o problema usando o gráfico com o nome místico de Jesus que é um desenho de proteção. Quadros de natureza com montanhas e móveis substanciais de madeira também ajudam a contornar esses problemas.

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Entrevista no Prendadas

Oi, gente! Fiz uma entrevista super legal com Cris Ventura, consultora de Feng Shui, que publicamos hoje lá no Prendadas. Confiram!

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FENG SHUI: Guá dos amigos

Esse guá do ba-guá é o lugar certo para que decoremos com tudo que nos lembra a essência da amizade, pessoas prestativas, relações exteriores e as viagens que fazemos ou desejamos fazer.
Esse cantinho é o lugar certo para colocar presentes de amigos e distribuir várias fotos.

O elemento que rege o guá dos amigos é o metal, portanto, peças decorativas de metal ajudam na circulação da energia vital.

As cores mais apropriadas para esse cantinho são o cinza, o preto e o branco.

As formas são as redondas.

Uma essência favorável para esse guá é o da lavanda:


A pedra é a ágata roxa:


O guá dos amigos também é um ótimo local para colocar pontos de telefone e de internet, assim como fazer dele uma sala de visitas.


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CRÔNICA: Profissão não revela quem somos

Na época da faculdade escrevia muitas crônicas e quando descobri que havia no Estado de Minas - jornal de maior distribuição no meu estado - um caderno (D+) com uma coluna chamada 'Sua crônica' voltada a publicar crônicas de universitários, enviei 3 das minhas já escritas e tive 2 delas publicadas. Uma delas é a que segue e que achei pertinente publicá-la hoje no dona perfeitinha pelo fato de ultimamente o assunto 'profissão' estar gerando muitas conversas com amigos.

Escrevi essa crônica em 2005 - foi publicada no jornal Estado de Minas em 03 de janeiro de 2006 com meu nome de solteira.

O caderno D+ ainda existe e fica aqui a dica para universitários que gostam de escrever tentarem publicações (veja o e-mail para enviar sua crônica no final da postagem).

Sua Crônica
Profissão não revela quem somos
Talita Lemos - Aluna do 8º período de gestão em hotelaria, turismo e lazer da UNA

Enquanto pensava sobre meu futuro e tentava deixar temores de lado, comecei a refletir sobre minha busca por ser alguém melhor. Parei então para pensar em como estamos cercados por preconceitos. Muitos deles, inclusive, cultivados por nós. Damos mais importância ao que fazemos do que ao que realmente somos ou queremos ser. É possível que muitos não percebam em si mesmos esses preconceitos. Porém, lá estão eles ditando regras de relacionamento, admiração ou rejeição.

 

Pode ser que esse “pequeno” gesto de valorizar as pessoas mais pelo que fazem, e não exatamente pelo que são, seja um traço cultural. Por saber disso, alegro-me em crer que podemos nos posicionar contra essa “regra”. Devemos nos salvar dessa idéia de que alguém não merece valor só por não trabalhar ou por seu trabalho não ser exatamente algo que todos admirem.

Claro que existem profissões com um papel social muito claro, que deixam todos encantados, mas a maioria das profissões cumpre importantes papéis na sociedade e por isso mesmo não devem ser desprezadas. Ninguém é apenas aquilo que faz. Temos nossos valores e sentimentos. Somos seres únicos, apesar de existirem milhões de pessoas com a mesma profissão que nós.

Todos já devem ter respondido a uma pergunta do tipo “o que você é?”. E devem ter respondido algo do tipo “sou advogado”, “sou jornalista”, “sou carpinteiro”, “sou pedreiro”… Agora, pergunto: O que realmente você é? E não estou querendo saber o que faz ou em que trabalha. Quero conhecer um pouco de você no que chamo de essência do ser humano.

Diante dessa pergunta, muitos ficam com dificuldades, pois poucos conhecem de si mesmos. Acho que é hora de pararmos e pensarmos um pouco. Esse valor excessivo que damos aos afazeres profissionais é de alguma forma prejudicial? Digo e sinto que sim. Acho que é por essa razão que, durante o desemprego, somos mais suscetíveis ao isolamento e à sensação de fracasso. As pessoas se afastam de nós e passamos a nos sentir inúteis.

Não somos inúteis. Cada um tem habilidades próprias, que um dia poderão ser usadas em sua profissão ou mesmo ser encaradas como um hobby. Devemos nos ater a quem somos, para que a falta de uma função profissional não nos abale tanto.

Acho um absurdo nosso país tratar seus “senhores e senhoras”, que muito fizeram e muito são, como “encargos sociais”. Um dia vou me aposentar, mas negarei esse título. Acho que todos devemos nos preparar para não sofrer com esse preconceito. Pessoas envelhecem, mas não se tornam inúteis. Claro que ao envelhecer, passamos a ter mais dificuldades, mas somos nós que devemos reconhecer nossos limites. Não devemos sofrer por eles e, muito menos, ser privados de qualquer atividade que desejarmos realizar.

Continuar cultivando a idéia preconceituosa de valorização das pessoas pelo que elas fazem é algo que gerará o mesmo efeito sobre nós mais tarde. Envelheceremos e, então, seremos julgados, preconceituosamente, pelos mais jovens e até mesmo por nossos filhos. Portanto, o que realmente queremos ser?

Para participar

Envie sua crônica e foto para o caderno D+ por e-mail (
nucleo.em@uai.com.br). Podem participar universitários de qualquer curso de graduação. Os textos serão escolhidos e editados após uma seleção prévia

 

 

D+



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ENTREVISTA com uma amiga recém casada

Minha entrevistada de hoje é minha madrinha e afilhada de casamento (isso mesmo!). Eu e meu marido fomos conhecer o novo lar desse casal de amigos e eu aproveitei para entrevistar a dona da casa. Com muito entusiasmo conversamos sobre reforma, decoração e as obrigações de uma mulher casada.



Débora de Castro Moreira Sampaio é recém casada. Ela e o marido estão montando a casa nova e tiveram que encarar uma reforma. Enquanto aprende sobre as obrigações que o novo estado civil trás, curte o novo lar e planeja como colocar os presentes que ganharam no lugar.



1) Oi Débora! Você se casou recentemente e sei que reformaram o apartamento antes de se mudarem. Foi estressante o período da reforma?

 



Eu e meu marido não nos preocupamos em começar a reforma antes do casamento. Estávamos focados nos preparativos do casamento e na lua-de-mel. Ficamos três meses em BH, para que ele terminasse sua residência médica. Só depois viemos para Ponte Nova, foi aí que começamos a olhar os profissionais para a reforma. Durante esse período ficamos na casa da minha mãe e por isso tínhamos pressa na finalização da obra. Queríamos a nossa casa.

Mas logo que a reforma começou realmente acreditei na máxima “é melhor construir do que reformar”. Reformas, em geral, trazem muito estresse. Temos que lidar com atrasos nos prazos de entrega e imprevistos (e quantos imprevistos). Mas ao final tudo dá certo.

 



2) O que tiveram que reformar e o que causou mais contratempos?



 

Na verdade não podemos falar que fizemos uma reforma propriamente dita. Somente fizemos o que era essencial para morarmos com um pouquinho de conforto. Como o apartamento se encontrava em estado bem precário priorizamos a pintura, o sinteco e colocamos uma porta entre a cozinha e a sala, uma vez que não havia nada que separasse estes dois ambientes.






3) O que você aconselharia a alguma noivinha que também vai se casar antes de terminar a reforma do lar? Teria feito algo diferente?



 

Não teria feito nada diferente. Acho que tudo tem seu tempo e a pressa é inimiga da perfeição. Como estava em BH, para mim era inviável administrar e fiscalizar a reforma de longe. Reformas sempre requerem olhos atentos dos proprietários. Sempre acaba faltando algum produto ou aparece um defeito ainda não visto. Se não ficamos em cima, as coisas não andam.

 



4) Quando estamos montando casa nova, normalmente fazemos tudo aos poucos. Eu e meu marido, por exemplo, começamos a comprar as coisas quando ficamos noivos, um ano antes do casamento. Mesmo assim, só terminamos depois de casados. O que você e seu marido priorizaram montar primeiro na casa de vocês?

 



Estamos priorizando inicialmente a montagem do cômodo que achamos mais aconchegante e necessário para um bom descanso - nosso quarto. Mas mesmo assim ele ainda não está pronto, faltam os criados-mudos.

 



5) O que ainda tem em mente e planeja fazer para deixar o novo lar do jeitinho que desejam?

 



Temos que mobiliar praticamente toda a casa, planejar a cozinha, reformar os banheiros etc. E isto tudo custa muito caro. Por isso temos que fazer devagar para que possa ficar do jeito que sempre sonhamos.




6) Escolher a cor das paredes, decidir o tecido para as cortinas, acompanhar a reforma... tudo isso já é motivo pra se sentir uma nova pessoa. A ficha do 'estado civil casada' já caiu? O que mudou?

 



Engraçado esta mudança do namoro para o casamento. As coisas mudam e não mudam. Continua o namoro e começa o casamento, com suas obrigações. Acho que o primeiro ano do casamento é uma fase de reconhecimento do espaço do outro, das manias etc. Mas a convivência e o companheirismo que o casamento nos proporciona é algo indescritível para o amadurecimento da relação.

  



7) Durante a reforma, provavelmente, em algumas questões, você e seu marido discordaram. Teve algo decidido exclusivamente por ele e algo decidido exclusivamente por você? O que foram e o que cada um achou do resultado final?



 

Meu marido me deixa sempre muito a vontade para tomar estas decisões. Ele sempre está ao meu lado, mas geralmente sou que escolho. Tomamos opinião com minha tia e com a dele que é decoradora, assim entramos num consenso. Ficamos bem contentes com o resultado.

 



8) O que fez questão, desde o início, que o quarto de vocês tivesse?

 



Fizemos questão de uma cortina que vedasse bem a claridade do sol e um bom guarda-roupa.

 



9) Como teve a ideia de fazer um quadro do casal para compor a cabeceira da cama de vocês?

 



Bem este quadro foi usado na decoração do nosso casamento. E acabou sendo uma grata coincidência ele ser praticamente da largura da cama. Minha tia sugeriu e eu adorei a ideia. Além de ser uma boa economia, já que ele dispensa a cabeceira da cama.




O quadro como decoração do salão na festa do casamento deles:


10) Aprendeu algo novo sobre decoração com tudo que passou com a reforma? Pode nos dar alguma dica?



Ao escolher as cores das paredes, pensei em colocar uma com um tom diferencial (mais escura para destacar um quadro). E assim mandei o pintor executar a tarefa. Quando cheguei para ver como tinha ficado, levei um susto. A parede de cor diferenciada havia realçado todas as imperfeições do teto. Pedi ao pintor que passasse outra camada de massa corrida. Melhorou, mas se olharmos com atenção ainda podemos perceber alguns defeitinhos.

E por falar na pintura, devo dizer que ela me rendeu muita dor de cabeça. Como foi a primeira coisa que mandei fazer, tive que mandar retocá-la várias vezes. Ao fazer o sinteco e instalar o armário embutido ela foi “premiada” com algumas marcas. Tinha vontade de chorar quando via. Se reformasse novamente a deixaria por último.




 11) Sobre ser dona de casa: sua mãe tem lhe dado algumas dicas e truques? Poderá sempre recorrer a ela para te socorrer quando uma camisa manchar ou algo do tipo?




(Risos). Minha mãe não é uma pessoa muito ligada a essas tarefas domésticas, prefere dar dicas de decoração. Como toda super mãe sempre está disposta a me ajudar. Nas questões domésticas prefiro recorrer à Luíza, que é a ajudante da minha mãe. É ela quem me socorre pelo telefone nos momentos de desespero. Conto também com o auxílio da minha ajudante.



 

12) Já deu pra guardar todos os presentes de casamento ou, como a maioria dos recém casados, tem quase tudo ainda nas caixas?

 



Não deu para guardar praticamente nada. Só comecei a usar os presentes mais do dia a dia.  Como faltam muitos móveis, não tenho nem lugar para guardá-los. Aos poucos vamos colocar tudo no lugar, mas como já disse, sem pressa.

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CD: Corinne Bailey Rae


Ah! Eu sei que só tenho falado de músicas internacionais, mas... fazer o quê? Eu e meu marido estamos numa fase musical bem assim mesmo. Somos de fases e isso é bom.

Corinne canta melodias mais pra momentos de quietude, mas tem aquela música 'Put your records on' que parece ser a mais tocada e é a mais up desse cd, portanto, minha favorita. Gosto muito!

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