Meus queijos favoritos e um bom vinho
Sempre ei de lembrar de você, Zazá...
E, como eu, também Aline, Luiz, os amigos da rua, sua madrinha...
Em especial meu Samú que tanto te fez feliz, né? Vocês dois juntos formavam uma dupla e tanto!
Em especial Sandra que com você passeava todas as noites, que sempre te fez companhia, que de você cuidou;
Em especial minha filha que o adora, que vibra dando-lhe biscoitos, fazendo-lhe carinho, apresentando-o aos amiguinhos...
Haveremos de sempre contar a ela sua história:
“Zazá viveu 3 aninhos. Foi um cachorro feliz, educadíssímo – nunca latia na rua, e, em casa, só latia quando nós chegávamos de carro, como que chamando "estou aqui esperando vocês!". Zazá sempre foi brincalhão. Nosso Grande Campeão!
Fomos buscar Zazá a 180Km de casa - exatamente no dia que você nasceu no ano seguinte!
Escolhemos-o em lugar de outro porque não podia ser diferente...
Fomos cativados, encantados, conquistados por nosso grandão que, na época, com apenas 3 meses, era tão pequenino, mas já fazia a maior festa. Nesse dia, na verdade, foi ele quem nos escolheu. Escolheu-nos pra cuidar dele e brincar com ele e para nos fazer mais felizes. E ele nos fez, como fez!
Quando você nasceu, minha linda, Zazá estava eufórico. Lembro-me que no dia anterior, um domingo, dei-lhe um picolé de maracujá – eu não tinha gostado, mas ele adorou! Lembro-me que tiramos fotos... mamãe estava barrigudona, com rosto e pernas inchadas... mas brinquei muito com ele. Isso parecia fazer você feliz dentro da barriga da mamãe. Você nasceu e tornou-se, como papai, uma grande amiga de Zazá. E ele tinha o maior cuidado com você. Você lhe puxava os pêlos e ele, devagar, se arrastava um pouco pra longe de suas mãozinhas."
Zazá! Você foi muito especial pra todos nós! Obrigada por esses 3 anos. Quero muito que esteja bem, onde quer que esteja.
Prometo que amanhã volto a postar normalmente. Hoje o que tenho a dizer é que precisamos nos acostumar à ideia de que Zazá já não vai mais estar lá quando chegarmos para os fins de semana.
Nossa pequena ainda não entende o que aconteceu, mas temo quando ela chegar à casa da vovó Sandra, chamar por Zazá e não achá-lo. Mas vai ficar tudo bem.
Zazá foi adquirido de um canil de pastores alemães respeitado de BH. Mesmo assim, Zazá tinha displasia coxofemural, uma doença genética que afeta, principalmente, raças grandes como o pastor alemão. Sendo uma doença recessiva, tanto seu pai quanto sua mãe tinham a doença - mas nem sempre se sabe sobre ela, já que pode não se manifestar em alguns.
Apesar da displasia, Zazá vivia bem tomando seu remédio – teve apenas 2 crises em que não conseguiu andar. Zazá não morreu por causa da displasia. Ele morreu devido a outra doença, também congênita: megaesôfago - uma doença que se manifesta do nada e que age rápido.

Zazá! Aquele grande abraço de costume dos amigos Samuel, Talita e Sofia.











Não sei se vocês estão sentindo, mas por aqui o clima já está mudando. E eu que sou uma friorenta de primeira linha, já estou saindo de manga longa mesmo com o maior sol lá fora. Sou daquelas que dorme de edredon até nas noites mais quentes de verão. Não acreditam? Perguntem pro meu marido! E ele sofre comigo porque é justamente o oposto de mim quanto a isso. E eu sofro achando que minha filha tá sentindo frio, mas ela, assim como ele, não suporta nem um virolzinho em cima...






Que tal, meninas? Aposto que todas já fazem coisas semelhantes com seus namorados ou maridos, né? Do meu marido eu cuido mesmo! E você?
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E você? Também tem manjericão na sua casa?


Tô tão apressada que sei que postagem muito boa não vai sair agora. Estou programando porque estaremos viajando hoje. Que tal, então, novamente, eu transcrever umas palavrinhas alheias pra alegrar um pouquinho a leitura?
5) Ferva água, prepare a massa (6) pra ser cortada na máquina direto na panela ou enrolada em cobrinhas ou fazendo um furinho no saco plástico (foto 7).
9) Leve a massa a um refratário.



já que nos apresenta às religiões mais praticadas e seguidas em todo o mundo. Um verdadeiro romance das religiões.

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