FILME: Como perder um homem em 10 dias

Este é um livro que definitivamente não deveria ser lido por crianças/ adolescentes. Mas que é bem interessante para a lista de leituras de um adulto.

(eu) _Garçonete! Trás uma água com gás pra gente, por favor. 2 copos com gelo e sem limão.





Uma flor que recebo,
Um beijinho no rosto,
Um carinho,
Um abraço apertado...
Aqui, um rostinho sorridente
De uma princesa.
Alí, um companheiro encantado
Que nos olha
Cheio de brilho e orgulho.
Por trás dos gestos delicados da nossa pequena,
Muitos bons exemplos,
Muita vontade de estar junto,
Muita atitude em estar.
Eis que somos bem isso:
Um amontoado só:
De amor, simples e puro!







Com certeza Talita. Acabo sendo um pouco psicóloga, pois como o contato é muito grande na hora do tratamento, elas acabam revelando suas angustias e até mesmo suas intimidades.
2) Você se forma em fisioterapia no final do ano. Pretende seguir a profissão na mesma linha da estética, se especializando ainda mais na área ou pretende seguir novos rumos?
Pretendo continuar atuando na área de Dermato-funcional (estética) e também gostaria de atuar em saúde da Mulher na área de gineco-obstetrícia. Pois acho a gestação um momento mágico. E as gestantes são sempre cheias de boa energia.
3) O que é a dermato funcional na Fisioterapia?
Trabalhamos com meios físicos como a eletroterapia, ultrassom, aparelhos de laser e rádio freqüência em benefício da estética corporal e facial. Cosmetologia, terapias manuais como, por exemplo, a Drenagem Linfática Manual potencializando o pré e pós-operatório de cirurgias plásticas, além de tratar efetivamente diversas patologias clínicas como, por exemplo, pacientes queimados.
4) Sei que morou por 10 anos no Japão, Lívia. Você foi sozinha?
Fui com meus pais em 1991. Fui alfabetizada lá. Estudei em escola japonesa que por sinal é ótima. Pois na escola de lá eles preparam os alunos para a vida. Tínhamos desde a primeira série aulas de culinária, corte e costura, jardinagem etc...
O meu pai e minha irmã Thabata (que posta junto comigo no Pé na Lua cabeça no chão) estão no Japão.
5) Quais foram os maiores motivos que te motivaram a morar todo esse tempo no Japão? É tradição na sua família?
Na verdade meus pais foram pra lá como Dekassegui (são nipo-brasileiros que voltam para sua terra natal para trabalhar temporariamente). Era para ficarmos apenas 3 anos, mas acabamos ficando 10.
Teve uma parte boa e outra ruim. A parte boa foi reencontrar meus familiares e a ruim foi a adaptação. Já que fui alfabetizada no Japão, tive que fazer uma readaptação à língua e aos costumes. Sem falar no choque cultural que eu tive em ir morar em Fortaleza.
Após isso, fomos morar em São Bernardo do Campo (SP), Barra Bonita (interior de SP) e São Paulo, capital.
7) Você diria que é mais fácil para uma pessoa nascida no Brasil se adaptar à vida no Japão ou para uma pessoa nascida no Japão se adaptar à vida no Brasil?
Pergunta difícil... Acho que é mais difícil um brasileiro se adaptar aos costumes japoneses. Pois lá eles são extremamente corretos. Por exemplo: Dificilmente se vê um lixo no chão. Até os fumantes carregam no bolso um cinzeiro portátil para não jogar as cinzas no chão. Coisas que jamais vamos ver aqui no Brasil.
8) Você já é casada há cinco anos. Já estão planejando ter filhos?
O meu maior sonho é ser mãe. Posso dizer nesse momento que estamos contando os dias para que chegue o momento certo para isso acontecer. Enquanto isso vamos curtindo o Tufinho (meu coelho).
Este é Tufo, o coelhinho da Lívia:

9) Que tradições japonesas você vai levar consigo a vida inteira?
Respeito aos mais velhos. Pois eles têm muito a nos ensinar.
10) Quais são seus hobbies, Lívia?
Adoro fazer artesanato aproveitando o que tenho em casa, reformando algo que já tenho e enjoei ou mesmo para dar uma cara nova. Adoro improvisar!
11) Tanto é seu amor pelo Tufo, seu coelhinho, que tem um blog onde escreve sobre vários assuntos de coelhos: o Mundo dos coelhos. Como o Tufo chegou pra vocês?
No Japão já tínhamos um coelho que se chamava Milk, uma gracinha! A família toda estava apegada nele. Mas quando voltamos para o Brasil, tivemos que deixá-lo.
Depois que me casei, eu e meu marido sentimos vontade de ter um animal de estimação. Mas como moramos em apartamento e ficamos muito tempo fora de casa tínhamos dó de pegar um cachorrinho, pois eles são muito dependentes. Daí contei a historia do Milk e resolvemos comprar um mini coelhinho. Como falo no blog Mundo dos coelhos: Eles são uma gracinha, carinhosos, obedientes (às vezes) rs.. Não choram, não fazem barulho, te dão carinho, são econômicos, independentes e ainda comem vegetais sem reclamar! Enfim, tenho um filho coelho com muito orgulho.
12) Sei que tem outro blog, o Pé na Lua Cabeça no Chão, onde escreve com sua irmã que mora no Japão. Como está sendo essa experiência? Dá pra se sentir mais próxima dela?
Com certeza! Além de discutir sobre o próximo post, sempre colocamos o papo em dia e matamos a saudade!!
Ela é uma irmã maravilhosa! E louca para ser titia! Compra tudo que vê de bêbê pela frente dizendo que é pra minha “filha”. Pois até já sonhou que eu seria mãe de uma menina.
Lívia! Estou encantada! Você é um exemplo de simpatia e maturidade. Adorei nossa entrevista.
Um beijo,
Talita.
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