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A menina no país das maravilhas - Phoebe in Wonderland: FILME



Esse filme foi um dos melhores que assisti esse mês. É caracterizado como aventura, mas acho que esse está mais pra drama. Um belo drama. É estranho dizer isso, né? Um belo drama! Drama costuma nos fazer chorar de tristeza, como pode ser belo? Sei que é contraditório, mas sempre consigo ver a beleza por trás da triste história, pois se não há amor e outros bons sentimentos, porque o drama nos emocionaria? Para mim, está aí a beleza dos dramas.

E esse tem uma beleza particular. De uma menina bastante particular. Ela por um problema comum agravado, o tal do T.O.C. na infância, passa a viver num mundo próprio de cobranças, medos e reações inesperadas. Uma situação difícil para os pais e ainda mais para ela. E em todo o filme a beleza da vida se expressa na fantasia e na realidade, com as semelhanças que o filme consegue nos apresentar. Vale a pena mesmo!






 

 

 

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Molho Pesto

Comer uma boa massa num restaurante bacana é ótimo, mas não dá pra sair todo dia que dá vontade, né?

Eu e meu marido sempre inventamos receitas. Basta saber a base que vamos incrementando. Ele mais que eu, já que consegue identificar sabores de ingredientes os mais estranhos e raros possíveis.

Dessa vez, ele fez um molho pesto que ficou melhor que o da Fábrica (restaurante maravilhoso de massas em BH). Muito bom! Aqueles comprados prontos em vidrinhos bonitos não chegam nem perto do sabor desse aqui.







Vamos aos ingredientes pra misturinha?

Azeite (muito azeite)
Castanha de cajú (muita castanha de cajú)
Manjericão (milhares de folhinhas de manjericão)
Alho picado miudinho (será que miudinho é mineirice minha?)
Nóz moscada ralada

COMO FAZER:

Fritar o alho e reservar;
Triturar a castanha e reservar;
Amassar as folhas de manjericão inteiras com azeite (para soltar o sabor - não deve cortá-las, pois perde o sabor)
Ralar um pouco de nóz moscada e juntar todos os ingredientes.

E o macarrão, depois de pronto, temperado e quentinho, vai combinar bastante com esse molhinho que deve ser servido em temperatura ambiente (se estiver na geladeira, basta tirar uma hora antes).

Mas cuidado, gente! É maravilhoso, mas muito calórico! Tem que ser só de vez em quando...


 




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Toalhas gigantes

Toda vez que uma amiga marca a data do casamento e começa a fazer o enxoval, quero dar mil dicas e, entre elas, "prefira as toalhas gigantes". É engraçado como algumas teimam em dizer que acham pesadas, grandes demais, mas nunca experimentaram! Meninas! Eu sei que tem gosto e gosto, mas pelo menos um conjuntinho gigante, é bom demais. Principalmente no inverno, não tem melhor conforto que sair do banho e embrulhar-se toda numa toalha gigante.




Elas medem 95 cm por 1,60 m e se forem toda de algodão [que tal egípicio? (rs)] e com fio penteado... ai, ai, ai! São uma maravilha, um luxo que qualquer um pode se permitir, né não? Nessas características, custam cerca de 45 reais cada uma. Uma bagatela pra um produto que vai durar anos e anos...

Então, amigas que estão a fazer seu enxoval... incluam 1 ou 2 ou 3 ou mesmo os 4 jogos de toalhas necessários para o enxoval, de toalhas gigantes... vocês vão amar! E o maridão mais ainda, já que as toalhas comuns pra eles costumam ser menores ainda (rs).

Me conta! Você também prefere as toalhas gigantes ou ainda não tem nenhuma?




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Óculos escuros para o verão 2010

Ainda estamos há 2 meses do verão, mas já curtindo dias pra lá de ensolarados, né não?

Como os óculos escuros são os acessórios que nunquinha vão deixar de aparecer, neste verão eles continuam bastante 'aparecidos' como no verão 2008/2009. Os grandões continuam super valorizados e cada vez mais lindos!

Uma das tendências que me conquistou são as lentes claras em degradê. Deixam nossos olhos à vista e isso até nos permite entrar em ambientes fechados sem ter que tirá-los.




Sou fã dos grandões!



E esse ano chega mais forte a tendência pelos óculos retrôs com muitas cores e estampas e até lentes coloridas. Super fashion e estilosos, não acham?


 


Agora, os tais wayfarers originais da marca Ray-ban, inspirados nos óculos rock'n roll da década de 50, continuam super, hiper, mega queridos por todos, tendo sido vistos já como marca de muitas famosas nationals e internationals por aí. Vou te falar... estou louca com um de armação branquinha, outro de armação azulzinha... ai, ai, o vermelho também não é lindo? Ai, gente! E o rosinha? Muito fofo! Tô sem grana  perdida!




E aí? Qual o estilo que mais está te seduzindo atualmente?
Quero saber, viu?
Manda fotinha pra eu publicar também, manda?



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Minha atitude cor de rosa

O que seria de nós se fôssemos sós no mundo? Apenas eu no meu mundo, apenas você no seu mundo... Se não conhecêssemos e nem tivéssemos ouvido falar de outro ser como a gente? Bem... o 'se' não existe e ainda bem. A convivência com as pessoas nos fazem mais ricos e cor de rosa, não acham?


Ser cor de rosa = ter um sorriso no rosto = ansiar por encontrar a família e os amigos = fazer coisas do bem

Eu já prometi pra mim mesma uma das grandes atitudes cor de rosa que existe no mundo: o jogo do contente da Poliana. Conhecem, né? Mesmo que os problemas teimem em aparecer (que é normal pra todo mundo), tenho que continuar alegre. Não dá pra me entregar às lamentações. É terrível conviver com pessoas que estão o tempo todo reclamando de tudo, do marido, dos filhos, do carro, do preço disso ou daquilo. É feio e deve ter cor de... bem, acho que não tem qualquer cor que defina coisas feias, todas cores são lindas.

E ser cor de rosa é uma escolha legal porque quer cor mais feminina que o rosa? Tem um movimento que já está fazendo o maior sucesso e que já tem mais de 17.000 atitudes rosas cadastradas. Eu mesma já cadastrei a minha há um tempinho....




Esse movimento tem um site: www.movimentorosa.com

Você vai lá e define uma atitude rosa que você se compromete a cumprir. Fazemos isso e andamos na linha, fazendo do mundo, um mundo mais alegre e mais 'rosinha'. Espalhando otimismo para todos com quem convivemos. Afinal, o que seria de nós sem eles? 

Jogando o jogo do contente estou fazendo um bem danado pra mim e para aqueles que comigo convivem. Mas além de propor atitudes rosas todos os dias, o movimento definiu toda última quinta-feira dos meses do ano como sendo o dia oficial de se praticar a solidariedade e de se espalhar otimistmo por aí.

Hoje é a última quinta-feira do mês de outubro e eu já estou adiantando pra hoje coisinhas do bem que tinha deixado pra fazer outros dias.

Tem cores de rosa de todos os tons. Tem de pink a pastel, uma infinidade. Escolha um e vista-se hoje com essa cor. Por que não tornar o mundo mais cor de rosa de alma e de corpo também?



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Eliminando os riscos de acidentes

Oi, gente! Vim mostrar pra vocês aquilo que já nos tirava o sono há algum tempinho. Moramos em uma casa antiga que tem um quintal com um tamanho razoável pra nossa filha brincar, mas que tem esse buraco de descarte de óleo com uma tampa de borracha rachada que estava afundando. E como criança parece que é atraída como imã pro perigo, nossa filha sempre que passava por perto queria pular sobre o danado desse perigo.

Meu marido só estava esperando conseguir mais madeira pra poder fazer a proteção. E nesse fim de semana, com material e ferramentas em mãos, cortamos e parafusamos a madeira sobre o cimento. Mais um risco de acidente eliminado (quando nos tornamos pais, passamos a ter um terceiro olho que detecta riscos, não é verdade?). Lembram daquele filme agoniante do caso da menina que caiu num buraco como esse? Eu arrepio só de pensar... Alguém lembra o nome?



Fora a dificuldade de achar a broca certa pra furar o cimento, deu pouco trabalho. Agora só falta passar tinta em spray por cima pra deixar menos feio (rs), mas até que eu gosto dessa madeira rosinha....






Eu quero agradecer tantos recadinhos fofos que tenho recebido em postagens antigas. Inclusive agradecer os recadinhos que discordam de algo (rs). Esses tornam as postagens mais ativas e interessantes, além de nos acrescentar bastante também. Estou super ansiosa com certas coisas - uma delas é que minha pequenucha vai ser daminha pela primeira vez no casamento dos padrinhos dela. A família tá uma corujice só. E a minha princesa ainda não sabe exatamente o que é ser daminha... ela prefere dizer que vai ser bailarina.


 

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Os perfumes preferidos de algumas famosas

Nathália Dill usa Romance da Ralph Lauren




Regiane Alves usa 212 Sexy da Carolina Herrera




Karina Bacchi usa Obsession da Calvin Klein




Ildi Silva usa Stella McCartney




Giovanna Antonelli usa Amor Amor da Cacharel




Cléo Pires usa Emporio Armani She




Didi Wagner usa Ralph Lauren Blue





Fátima Bernardes usa Sensi da Giorgio Armani




Fonte das informações: Chic e Nova


E você? Qual perfume está usando atualmente?
O meu xodozinho da vez tá sendo o Amarige da Givenchy:




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Noivas em guerra - FILME



Essa comédia é tudo de bom. E mais uma vez, como também em Sex and the city, o Filme, a questão da organização do casamento virar obsessão para a noiva, a ponto dela tornar o noivo um objeto ou mesmo esquecer-se dele, é o ponto alto desse filme.

 

Duas amigas de infância (Kate Hudson e Anne Hathaway) acabam marcando a data do casamento para o mesmo dia e a amizade das duas é colocada à prova. Inveja e obstinação pela festa dos sonhos levam as duas a loucuras que nos provocam muitas risadas.

Eu acho interessantíssimo o que se quer passar. O sonho do casamento que está vivo ou escondido em cada uma das mulheres, a meu ver, é levado por vezes como o ideal de vida. Mas e quando o sonho acaba? E quando chega o dia seguinte da festa? O casamento de muitas meninas já foram desfeitos e alguns mal começaram de verdade pelo único fato de que vira tudo tão mascarado, dá-se valor demais ao material, ao vestido, às bebidas, etc, que perde-se o valor principal do casamento: o amor.

Nesse filme, uma delas organizou o casamento em comemoração ao amor e a outra organizou o casamento em comemoração ao sonho de se casar. Não preciso nem dizer que apenas um deu certo, né?

 





Noivinhas de plantão... assistam!

Todos vão gostar, até os namorados e maridos, já que tem risada e mulher bonita. Ô ciúmes!


Gente! Tenho assistido tantos filmes legais! Sempre publico sobre filmes e livros nos fins de semana, mas como tô atolada de trabalho, tenho deixado os fins de semana sem postagens. Logo, logo, me organizo novamente e volto a postar de acordo. Tem muitos títulos na fila pra indicar.

Ah! Eu estou meio mal com o que aconteceu com uma amiga e tinha deixado o trabalho que estava fazendo com a caixa de comentários pela metade o que impossibilitou os recadinhos. Mas já terminei o serviço. Podem voltar a me deixar um oi, tá?



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Café da manhã na cama

Eu adoraria tomar meu café da manhã na cama todos os dias, mas como isso demanda muita atenção, cuidados e ter que acordar mais cedo que o normal, é melhor deixar pras datas especiais ou pra alguns dias aleatórios que acordo com aquele ânimo de fazer um mimo pro meu marido. E torcer pra ele ter esse ânimo mais vezes que eu! (rs)




Café da manhã na cama pra mim significa quebrar um pouquinho a rotina, quebrar um pouquinho as regras (quem disse que cama não é lugar pra comer?), significa romance, risadas, carinho, palavras bonitas.

E toda essa brincadeira pode ser tanto planejada (vou comprar isso e isso) ou pode ter a ideia surgida do nada como ao acordar de manhã e perceber que o maridão ainda está dormindo (o que posso fazer de especial hoje?).

Mas o legal é poder ficar na cama um tempo mais prolongado pra curtir direito o café da manhã especial. Tem gente que não gosta, pois é mais ou menos como reunião de Natal que uns amam e outros odeiam, já que o que determina é o clima e a satisfação de todos que participam.

Então, quando se quer comemorar o dia com um café da manhã na cama, temos que ter alguns cuidados:

1) Pensar no que servir: Não se deve fugir do hábido de alimentação da manhã daquele que se quer surpreender, mas dá pra dar uma implementada. Mas, mesmo assim, os alimentos tem que ser em número reduzido, já que não dá pra levar a mesa pra cama, né? E se formos cozinhar algo, temos que acordar cedo o suficiente.

2) Pensar em como servir: Temos que ter pelo menos duas bandejas de colo (com pés) ou duas das comuns, todas preferencialmente com laterais altas para que os pratos e xícaras não escorreguem provocando acidentes que podem acabar com o clima romântico. Uma dica legal é transportar os alimentos dentro de uma cesta firme para o quarto e, já com as bandejas posicionadas, ir servindo. Isso possibilita mais espaço livre nas bandejas, principalmente se as jarras de bebidas ficam dentro da cesta para a necessidade de se encher novamente os copos.

3) Pensar em deixar as bandejas bonitas: É essencial que fique bonito o que se serve, mas exageros tem o efeito contrário. Se quer um vasinho de flor, que seja um baixinho e extreito e que não cause bagunça se for derrubado. O melhor é usar louças e talheres bonitos, assim como guardanapos e anéis para eles. Se as bandejas deixam a desejar em beleza, vale forrá-las com um tecido elegante. No mais, é prestar atenção na apresentação dos alimentos e na facilidade para comê-los, porque não fica legal servir algo na cama que demande descartes como laranja com casca, por exemplo.



Algumas ideias de alimentos apropriados para compor um café da manhã na cama (levando-se sempre em conta o gosto e o hábito alimentar matutino de quem vai saboreá-lo):

1) Uma omelete recheada com queijo e orégano ou ovos mexidos ou um pão quente com queijo e presunto ou croissants ou pães franceses, manteiga e presunto.

2) Biscoitos caseiros como cookies feitos na véspera ou bolo de cenoura assado no dia (quentinho).

3) Frutas como abacaxi, morango ou kiwi, já devidamente prontos para comer.

4) Café ou chá ou chocolate quente na garrafa, leite ou suco em jarra com tampa, adoçante ou açúcar (que depois de servir os copos das bandejas, voltam pra cesta que pode tanto ser colocana sobre a cama ou no chão).


Acho que o que importa mesmo para o sucesso de um café da manhã na cama comemorativo ou não é a expressão dos sentimentos, de carinho e de amor. E quem quiser presentear, esse será um ótimo momento, com um clima apropriado.

Um leitora, a Maria Eduarda, foi quem me sugeriu o assunto para essa postagem. Espero que com essas ideias, ela consiga criar outras e fazer um ótimo café da manhã na cama de aniversário de casamento.

E você? Também gosta de fazer e receber café da manhã na cama? Eu amo!



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Pequena ou grande?



 Chega a hora de ir dormir e Sofia se aconchega debaixo das cobertas da cama do papai e da mamãe.

(meu marido) _ Princesa! Você não vai pra sua caminha?
(nossa filha): _ Não. Neném grande.
(meu marido): _ Então neném já é grande pra dormir sozinha.
(nossa filha): _ Não! Neném 'piquinininha'.



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Eu sou uma caneta sem tinta



Estou estudando e pensando no meu bloguito só com um post hoje. Pode? Esse não é meu trabalho, mas adoro esse cantinho! Se algum dia vier a publicar um livro, você vai querer ler? Não sei o tema, não sei o tipo. Escrevo um tanto de tudo. Você é assim também? Escrevo crônicas, contos e por diversas vezes ensaiei romances. Mas tenho um problema sério: a insatisfação com a releitura. Tem escritores que são apaixonados por cada palavra que escrevem, alguns com exagero, outros com equilíbrio. Eu sinto falta desse amor, dessa crença, dessa coragem de expor. Expor a verdade e a mentira lado a lado e sem pecados. Dizem que a escrita boa tem de tudo. Eu não sei muito dos autores que mais gosto de ler. Sei apenas que gosto do que leio. Sei apenas que me inspiram, sei apenas que me influenciam. De mim, por exemplo, gosto, mas não confio. Não tenho aquela disciplina almejada e por vezes sou uma louca nas palavras. Quero um conto e acabo sem descrição. Tem saído filosofia demais como esse texto que, cá pra nós, já tá grandinho e precisa de um fim.

Espero que gostem de ler o dona perfeitinha porque a loucura por vezes me trás tamanha insegurança que quase me manda parar de postar. Mas uma verdade de presente pra todos nós e que pode nos acalmar nos momentos de loucura maior é: nossos medos são os mesmos. Eu e você sentimos medo. Eu posso até dar mais bandeira dele que você, mas sei que também o sente. E até aqueles que ignoram outros por qualquer razão a ver com sentimento de superioridade podem estar sofrendo demasiadamente, com medo, muito medo. Somos todos de alguma forma iguais.

Eu sou a alegria de uma tarde em família. Eu sou a garrafa de chá. Eu sou a le creuet do armário. Eu sou os gípcios da festa. Eu sou a escrita de garrancho. Eu sou a caneta sem tinta. Sou a caderneta de menininha, sou os pés gelados de frio. Sou as unhas por fazer e as orelhas sem brincos. Sou o tapete bonito. Sou o carro pequeno e o cinema lotado. Sou a calça xadrez e o biquíni problemático. Eu sou as batidas do coração. Eu sou um dos patinhos da lagoa.



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Salpicão especial

Eu sou daquelas pessoas chatas que não come alimentos que levem maionese em qualquer lugar. Principalmente em churrascos que o prato fica alí exposto por horas sem nenhum tipo de refrigeração. Além do mais, não costumo achar os pratos muito apetitosos. Tanto que nunca tinha feito um salpicão,  por exemplo, em casa. Mas aí fomos levados por amigos a um restaurante e eles pediram um salpicão de entrada (Estranho, né?). Disseram ser a especialidade da casa, que era saborosíssimo, etc e tal. Como temos pé atrás com  salpicão, não levamos a sério, a princípio. Mas chegou o salpicão e resolvemos experimentar, tamanha a fome. E, surpresos, adoramos! Nunca comemos um tão gostoso até que resolvemos copiar os ingredientes em casa e deu super certo.



Ralamos a batata asterix e a fritamos para termos nossa batata palha caseira já reservada antes de preparar o salpicão.

1) Cozinhamos peito de frango previamente temperado na quantidade desejada. Desfiamos bem fino.
2) Ralamos a cenoura fininha ou mais grossa (depende da aparência que quer dar ao prato.
3) Fatiamos os pimentões (verde, amarelo e vermelho ou só o verde) em finos filetes - essa é a parte mais difícil porque eles ficam compridos e finíssimos.
4) Temperamos a cenoura e o pimentão com sal e ajinomoto.
5) Cortamos o abacaxi em cubos pequenos.
6) Juntamos aos ingredientes acima, palmito macio em rodelas e azeitonas verdes em rodelas.

7) Acrescentamos a maionese Hellmann's light ou comum na quantidade desejada e misturamos tudo.
8) Levamos à geladeira até a hora de servir.

Para servir, colocamos bastante batata palha caseira sobre o salpicão.
Nunca me imaginei dizendo isso, mas agora eu adoro salpicão!






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A linha tênue da amizade

Sei lá quantos anos eu tinha. Uns 12 talvez. Eu era louca para cuidar de um bebê, tê-lo pra mim. Não sei explicar se já naquela idade era meu instinto materno falando. Mas o fato é que eu não estava só em sonhar em encontrar um bebê abandonado na porta da minha casa - e essa era a única forma que eu cogitava para conseguir meu bebê de verdade. Tenho uma amiga de infância que dividia comigo essa brincadeira de sonhar. Lembro-me que seja indo pra casa dela ou pra minha, em todo o caminho conversávamos como que desejando que quando chegássemos, na porta estaria um bebê todo enroladinho dentro de uma cesta (e isso se devia a alguma cena de filme, com toda certeza).

Na minha cabecinha de criança, nunca imaginei os sofrimentos envolvidos no abandono, nunca imaginei questões legais que esse meu sonho envolvia. Era apenas uma criança sonhando em ser mais adulta. E cuidar de um bebê era algo como ter um certificado de menina responsável.

As amizades que fazemos ao longo da vida nos marcam demais. Essa específica da minha historinha é uma das que mais me acrescentou. Sempre fomos muito diferentes. Sei que já brigamos, mas não me lembro de qualquer das brigas. Lembro de coisas divertidas que fazíamos juntas. Era um tal de tirar foto, desfilar, passar batom escuro, vestir as roupas das mães... Será que toda criança tem esse acesso de ser adulto?

Hoje cá estamos mais pra 30 que 20 e acho que a idade é um atestado de maturidade e, por vezes, de autruísmo. O 'ser criança' nos faz preocupar-nos mais com o outro. Querer saber se a colega da brincadeira está curtindo ou não. Vamos brincar do que hoje? Vamos brincar de bola na piscina? Brincar de Barbie? De casinha? De desfile? Vamos ver um filme? Que tal esse? Todos satisfeitos, todos felizes, vamos curtindo a brincadeira. Nunca tive amigo que ao invés de sugerir e pedir, mandasse. Mas já sofri muito com isso. Sempre fui muito tímida e engolia sapos demais. Era de primo ou de filhos dos amigos dos meus pais. Meus pais tinham a mania de me jogar aos 'lobos' e eu acabava chorando sozinha pela falta de coragem de me defender, dizer que não estava me sentindo bem com essa ou aquela brincadeira. Afinal, somos diferentes um do outro. 'Vá brincar com as outras crianças'. Eu odiava aquilo. Era recebida pelos lobos pelas outras crianças já com piadinhas de mal gosto. Os donos da casa eram os donos da bola - já ouviram isso? Crianças que mandam nas outras e acham que é normal fazer isso - afinal são donas da bola, né? Quem dera se esses algum dia aprendessem a tratar como se deve os amigos - será que os amigos realmente são amigos de verdade, capazes de contribuir pro crescimento do outro ou será que estão alí por interesse? Porque a bola, afinal, é dele. Se dizem que não estão satisfeitos, que não gostam como são tratados, talvez perderão o que estão tão interessados. No caso, a bola. Mas amigo que é amigo, na minha opinião, fala pro outro o que sente. E se o outro amigo não se importa pelo que você está sentindo e tenta convencê-lo que não tem o direito de se sentir assim já que, afinal, os outros amigos interessados na bola ou desinteressados na verdade, não dizem se sentir da mesma forma - aí chega num ponto que não sei dizer o que o outro quer daquela amizade.


Eu faria tudo por um amigo, desde que esse amigo soubesse pedir e desde que o pedido não fosse nada que algum mal a alguém causaria. Normalmente são pedidos fáceis de atender, desde que o amigo saiba pedir. Tudo se consegue nessa vida, só temos que saber pedir. Exigir, mandar, não se preocupar com o que o outro pensa ou sente - e principalmente desprezar isso quando alguém diz que não está satisfeito - não é forma adulta de agir. Isso é voltar aos tempos de criança que pode pisar na outra criança, já que afinal, é dona da bola e manda no jogo.


Amigo que é amigo retrata mal entendidos. E basta, às vezes, uma explicação - caramba, eu não quis dizer isso, tivemos um total mal entendido. Com isso qualquer amigo se mostraria realmente preocupado com a felicidade do outro e conseguiria corrigir um erro. Mas tem amigo que não assume erros, afinal, pra ele , tudo que faz é perfeito.

Tem gente que não quer construir, quer é ser dono da história. Mas tem história que não pode acontecer sem ajuda, sem companhia, sem amizades. Tem histórias que terminam sem um fim de verdade. Em uma dessas minhas histórias há um enorme ponto de interrogação. Será que eu fecho ou não esse livro? Mas ainda dá tempo... sempre dá tempo. E apesar de ter quase certeza que não ouvirei palavra, vou esperar até o último dia. Porque não vou onde não me querem. E apesar de sentir um carinho enorme por meus amigos, preciso sentir o mesmo da parte deles pra saber que está tudo bem.





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Entrevista com médica veterinária: Alexandra Castro

A entrevistada de hoje é Alexandra Castro, médica veterinária que tem uma pet shop, a Clinipet, com atendimento veterinário para pequenos animais na cidade de Ponte Nova, MG.

Quem gosta e mesmo quem não gosta de bichinhos vai adorar essa entrevista. A paixão da entrevistada por sua profissão é evidente em cada resposta, em cada palavra. Vá em frente e deixe seu recadinho para a Alexandra.


Alexandra com Luna, uma 'pitbull do bem'


1) Oi, Alexandra! Veterinária é uma profissão bastante admirada principalmente por crianças. Você, quando criança, idealizava ser veterinária?

Nunca pensei ter outra profissão, nunca prestei vestibular para outro curso. Admiro várias profissões, mas hoje, mais do que nunca, vejo que “ser veterinária” é uma paixão, um dom, uma vocação. Apesar de todas as dificuldades que a profissão oferece, eu amo o que faço.

2) Você sempre quis ter uma pet shop ou foi amadurecendo a ideia durante o curso? Como é conciliar a profissão de veterinária à de empresária?

Sou muito decidida: meu sonho sempre foi trabalhar com pequenos animais (cães e gatos), mesmo na faculdade, conhecendo outras áreas em que o médico veterinário pode atuar, nunca fui seduzida. Permaneci firme no propósito de cuidar dos “pets”. Bom, conciliar a profissão de veterinária e empresária é o mais difícil pois nós não temos essa formação empresarial no nosso curso. Converso com minhas amigas de faculdade que também estão no mesmo ramo do que eu ouço a mesma coisa, uma falta de treinamento e logística dos  médicos veterinários na questão empresarial.

3) Quais são os principais produtos e serviços oferecidos por sua pet shop?

Os serviços oferecidos pela CliniPet Veterinária são: Atendimento  Clínico e Cirúrgico, Internação, Realização de exames laboratorias, Serviços de banho e tosa,  Hospedagem e Venda de rações e uma infinidade de produtos para cães e gatos.

4) Acredito que seus clientes/pacientes sejam apenas gatos e cães. Mas você já atendeu outro tipo de animal?

Já, um macaco prego e uma tartaruga.

5) Qual foi o caso mais difícil que atendeu?

Justamente esse macaco prego. Ele foi atacado por um cão no abdome. Estava eviscerado, com grande parte do intestino delgado para fora. Foi também o caso mais difícil ,pois na faculdade não é toda hora que aparece um macaco para atendermos e portanto nunca tinha anestesiado tal espécie. Pois bem, sabia que se continuasse daquele jeito, ele morreria. Já eram 22:00 horas e não tinha como encaminhá-lo para nenhum especialista, além do que, o mais próximo seria Viçosa ou BH. Avisei ao responsável pelos riscos que ele corria, fui sincera, falei que nunca tinha anestesiado aquela espécie e sabe o que ouvi? “Eu só tenho você, eu confio em você, faça o seu melhor”. Aquilo me encorajou de tal maneira!!!! Usei o bom senso, o que eu sabia sobre cães e gatos, anestesiei, lavei, voltei com todo o intestino para o seu devido lugar .. Prescrevi a medicação pós-cirúrgica e enfim: 7 dias depois o macaquinho voltou feliz da vida para a retirada da sutura. Ele estava perfeito!

6) Qual a importância do veterinário na vida de um animal de estimação?

O médico veterinário é o elo principal entre proprietários e animais de estimação no que diz respeito ao bem estar animal. Somos nós os responsáveis em zelar pela saúde e alimentação dos nossos amiguinhos.

7) Como faz pra se atualizar frente às recentes evoluções da medicina veterinária?

Assinando revistas de educação continuada, freqüentando cursos na área e pesquisando trabalhos recentes na internet. Também converso com amigos que estão na mesma área, trocamos informações. Tenho muitos colegas que estão no mestrado e doutorado e tem sempre algo de novo para me enviar.

8) Você é a favor das campanhas de castração desenvolvidas por muitas prefeituras? O que acha que falta à elas para serem mais eficientes?

Claro, sabemos que a longo prazo, a única coisa que acabará com o problema da superpopulação de cães de rua serão a castração seguida de adoção. O problema não está na eficiência dessas campanhas e sim no problema da educação, conscientização das pessoas sobre o que é posse responsável. As campanhas são eficientes, o abandono é que não acaba, as pessoas continuam colocando na rua seus cães, ou porque  se tornaram um fardo, ou porque estão dando gastos, enfim, não planejaram a compra de um cão, não colocaram em pauta uma possível doença que lhe trará gastos, preferem então se acovardar e colocar o cãozinho na rua.

9) Basta gostar de animais para ser uma boa veterinária?

Não. Isso é muito pouco, pra dizer a verdade é quase nada. Quase todo mundo gosta de animais, não é mesmo? Para ser uma boa veterinária é preciso mais do que isso, é estudar bastante, nunca se acomodar, é abdicar de fins de semana porque tem animal internado, é ter compaixão pelos bichinhos, é ter pulso firme e coragem ao se deparar com um animal sangrando, sofrendo!

10)Você tem animais de estimação? O que eles representam na sua vida?

Tenho cinco. A matriarca Francisca Helena, uma poodle de 8 aninhos; Luna, uma pitbull literalmente do bem, de 7; Salsicha Roberto, um teckel de 2; Bozzo Flávio, um buldogue doido de 1 ano e meio e Norminha, uma gatinha vira-lata que adotei, de 8 meses. Eles são tudo na minha vida, colorem o meu dia, me faz a pessoa mais feliz do mundo. Sinceramente, não imagino minha vida sem eles.




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