Você sabia que botões de camisas masculinas e femininas são em lados diferentes?

Eu acho bastante estranho que até nos dias de hoje essa diferença permaneça, já que a moda é tão mutável. Mas talvez certas características como essa sejam mantidas no intuito de evidenciar a história por trás. E tudo faz sentido, afinal!

Nos tempos em que os membros da monarquia ditavam a moda e que as mulheres tinham damas de companhia para vestir-lhes, os botões dos vestidos e camisas das mulheres eram colocados do lado esquerdo com o intuito de facilitar para essas ajudantes. Já os homens sempre se vestiram sozinhos e por isso os botões sempre foram do lado direito. Interessante, né?


You May Also Like

5 comentários

  1. Oi Talitaa! Muitoo curioso, nunca tinha prestado atenção nisso! :D Beijos

    ResponderExcluir
  2. Tô passada com essa informação! Eu NUNCA havia reparado nisso, senhorrr.

    Beijocas

    ResponderExcluir
  3. Olá Talita

    Fiz ontem o bolo de cenoura e ficou delicioso, semana passada fiz novamente os cochilhones só que dessa vez encontrei a massa correta(lembra que te falei que fiz no macarrão buzios?), suas dicas são excelentes também, aliás gosto do deu blog como um todo. Sou uma dona de casa de primeira viagem e o seu blog está me ajudando em muitas coisas. Gostaria de saber como se limpa o ferro de passar. Vc sabe?
    Deus abençoe vc e sua família,
    Abraços

    ResponderExcluir
  4. Moça...
    Me senti totalmente "alone" agora!!! Eu nunca tinha percebido isso!!! Mas sabe uma que minha mãe falou?! que usamos o cinto também de forma diferente, para o lado esquerdo é feminino e para o direito é masculino!!! rsrsrs
    Loucura!!

    Bjks

    ResponderExcluir
  5. Oi, Lívia,

    Adoro receber recadinhos como esse seu. Obrigada, tá? É muito bom saber que aproveita algumas coisas sobre as quais posto.

    Oi, Laly,
    Essa do cinto é engraçada. Acho que nesse caso deve ter mais a ver com ser canhoto ou destro.

    Beijos,
    Talita.

    ResponderExcluir

"As redes de pescar palavras são feitas de palavras." Otávio Paz.