A história do bouquet da noiva - ou do buquê.

28.6.10 Talita Cavalcante 0 Comentários

Bouquet. Buquê. Bouquet. Buquê. Por quê?


Mesmo que não fosse tradição, que lindo é um 'amarrado' de flores não acham? Flores enfeitam, perfumam e trazem significados pelas espécies e pelas cores. Qualquer que seja a noiva, há de querer casar-se carregando um buquê com lindas flores. Mas quem teve primeiro a ideia?

Dizem que lá na Grécia antiga, onde os casamentos já eram monogâmicos e tudo acontecia certinho... noivado, casamento e filhos, rs, as noivas mais ricas usavam adornos como jóias e terços, mas as camponesas, mais pobres e fora do comércio de mercadorias, ganhavam das suas mães, amarrados de flores com a intenção de  trazerem boa sorte e bons perfumes para a vida de casada. Bonito, não? Aí a tradição se espalhou e todas as noivas passaram a carregar seus 'buquês', que naquela época, além de flores também podiam ter alhos e ervas, cada uma com um significado, principalmente contra mau olhados, como é o caso da arruda.






(Não era de arruda o buquê da Adriane Galisteu ao se casar com Roberto Justos? Pra ela não deu sorte, porém...)


Mas essa não é a única teoria. 

Tem outra teoria super interessante - mas muito menos romântica - que é o fato de na Europa em tempos antigos, quando ainda não existia água encanada e o frio quase matava, as pessoas aproveitavam maio, com temperaturas amenas de primavera, pra tomarem banho - parece que existia um calendário anual de banhos. Como os banhos costumavam ser em maio, os casamentos aconteciam, na maioria, ainda nesse mês ou em junho, quando o cheiro do corpo ainda era ameno, mas ainda assim, as noivas passaram a carregar buquês de flores ou de ervas aromáticas com a intenção clara de ficarem perfumadas ou, pelo menos, de disfarçarem o mau cheiro.


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