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Cobertura de doce de leite com chocolate - sobre brownie

Por indicação da Evelise lá de Balneário Camboriú, em Santa Catarina, fui comprar a tal mistura para brownie do Dr. Oetker, mas não achei. Achei um da Fleischmann que é preparo para petit gateâu que também faz brownie. E é maravilhoso. Super fácil de fazer, mistura-se com as mãos mesmo, e fica super saboroso por si só.

Mas aí que meu marido quis uma cobertura diferente e fizemos com doce de leite, chocolate em pó e margarina:

- 4 colheres de sopa super cheias (de montanha mesmo) de doce de leite pastoso deixado na geladeira um dia antes.
- 4 colheres de chá de chocolate em pó (também muito cheias).
- 1 colher de sopa (desta vez não muito cheia) de margarina.

E deu nessa maravilhosa e saborosa cobertura que agradou todo mundo e vim aqui dividir com vocês. Doce de leite com chocolate - não tem como ficar ruim, né?


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Medidor da umidade relativa do ar

Este é nosso relógio medidor de temperatura e o mais importante, de humidade! Veja como nesse dia a humidade relativa do ar estava boa: 75%. No inverno devemos nos preocupar bastante com isso, já que problemas respiratórios são agravados com a baixa umidade. Já falei várias vezes aqui no dona perfeitinha sobre a importância do umidificador nos períodos de ar seco, principalmente pra crianças e pessoas alérgicas. E como somos clientes assíduos do deal extreme, coisinhas legais como esse medidor de umidade vai pra wish list. Este acabamos comprando e é ótimo. Tem dias que a umidade por aqui está abaixo de 60% e usamos o umidificador inclusive durante o dia. Pra se ter uma ideia de como o ar seco faz mal, fomos a BH num desses últimos finais de semana e ficamos os três, eu, meu marido e nossa filha, dormindo super mal com congestionamento nasal. Sofia chegou a tossir. Pelo que parece neste final de semana, a capital mineira registrou pouco mais de 30% de umidade relativa do ar. Preocupante!



Pra quem quiser comprar esse medidor de umidade e temperatura e que ainda é relógio, o link do deal extreme é este aqui. Mas é bem capaz de passar o inverno e não ter chegado ainda. Leva-se em torno de 40 a 60 dias pra chegar - direto de Hong Kong.


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Pode pendurar quadro em banheiro?

Como o sanitário não é algo bonito (por essência e natureza, rs), por que não tentar deixá-lo com um ar mais divertido, romântico ou apenas mais importante, pendurando alí, bem em cima, uma tela agradável de se olhar? O único cuidado, porém que devemos tomar é em como colocá-lo, já que em banheiro há tubulações diversas e não se pode correr o risco de bater um prego sobre uma, não é verdade? Em casas e apartamentos alugados, a situação se agrava, já que não temos a planta do imóvel e nem mesmo podemos investir muito em decoração. Pendurar quadros em banheiros, portanto, pode! Mas como prego é um perigo, venho deixar a dica daqueles penduradores de plástico baratinhos que aderem por pressão no azulejo. Olha ele aí abaixo. Esta tela tem uma haste de arame, mas telas apenas com a moldura também conseguem ser penduradas normalmente. É fácil e prático:


Eu adoro pintar telas e sou daquele tipo que olha pra uma parede e já pensa no acervo e, se não há uma tela adequada, sento-me à frente do cavalete pra criar uma apropriada, rs. E com os banheiros, não é diferente. Finalmente tenho banheiros onde pude pendurar telas e o lugar mais apropriado foi acima dos sanitários. Acho que ficaram mais divertidos alí, rs, e com toda certeza as telas trouxeram mais graça ao ambiente.

Para quem, porém, tem sua casa própria e pode criar mais, algumas ideias de pinturas e quadros bacanas para enfeitar as paredes dos seus banheiros e dar mais graça e beleza ao ambiente:

Para um banheiro mais divertido...
 (Esta pintura parece uma mistura de parede pintada com adesivos sobrepostos, não acham? Gostei muito!)


Para um banheiro mais sério...

(Neste caso, o banheiro tem paredes pintadas - um luxo! - acho que existe uma tinta prórpria para ambientes úmidos que promete não deixar mofar. Acho super charmoso, também quando há parede e azulejo só até a metade. Quadros sobre a banheira também é uma ideia interessante.)

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Uma busca interminável, mas recompensadora


Muito me atrai no modo oriental de pensar sobre nossa existência. E mais ainda por não ser um modo só. Várias são as filosofias orientais e se muito de religião há nelas, também há muito de psicologia. Acho que não dá pra pensar numa única unidade filosófica, nem mesmo ocidental, quanto mais oriental, não acham? Por isso todos nos referimos ao oriente no plural, já que são vários os Orientes. E que bom que é assim. Enquanto nós do ocidente somos mais relaxados no pensar espiritual, no oriente a existência é racionalizada de várias formas. Mas todas, culturalmente falando, se assemelham, buscam um equilíbrio das áreas que afetam a vida do ser humano: emocional, mental, físico e espiritual.

E apesar de nós ocidentais cada vez mais nos preocuparmos com questões existencialistas, acho que a atenção para isso só chega a ser prioridade quando o circo cai, entende? O mundo consumista em que vivemos e capitalista, onde dinheiro muitas vezes é sinônimo de poder e a ética se perde quando algum interesse pessoal é negado ou ofendido, estabelece em muitos uma carapaça muito diferente daquilo em que é realmente lá no seu interior. E quando me refiro ao circo cair, me refiro à pessoa, num certo momento, perceber que tudo isso que criou ao seu redor pode ser simplesmente uma mentira, sejam luxos excessivos, seja apego demais a coisas que nada tem de existencialista como o poder que uma hora acaba, a beleza que uma hora acaba, a juventude, a coisas em que se apoiam pra viver, mas não sustentam a vida. E é aí que vejo uma porção de gente caindo em desespero. Vemos muito isso no mundo das celebridades, vemos grande parte se envolvendo com drogas, perdidos na ideia que montaram de si mesmas. E, de repente, de uma hora pra outra, quando o circo de alguém cai, passam a querer buscar sua verdade, negada a vida inteira pela atração pelos caminhos mais fáceis e mais ostentosos.

Escrevo sobre isso porque sou uma pessoa apaixonada por questões existenciais. As perguntas com por quês, a tentativa desde que me entendo por gente de conhecer minhas vontades, minhas reações, o que mais me motiva, enfim, desde sempre procuro me compreender mais e aceitar certas coisas que negar só faz mal. E eis que com minhas muitas leituras, vou me apaixonando por essa ou aquela filosofia oriental. Até mesmo dos adivinhos já não duvido tanto mais. Mas é claro que como boa ocidental, tenho pé atrás com tudo. Apesar disso, sou aberta aos encantamentos e muito em minhas leituras já me deixaram fascinada. O Feng Shui é algo que adoro e que apesar de não ser nada científico, decorar pensando nas energias que se quer equilibrar dentro do lar trás-me uma motivação diferente, quase como um sentimento de esperança, algo que já ajuda bastante a crer. E acreditando acho que podemos muito. A ciência já reconhece que a cura de certas doenças gravíssimas pode estar associada à forma de pensar e de acreditar do paciente. E se assim é, acreditar em coisas bonitas como várias das filosofias de vida orientais torna-se pra mim um atrativo ainda maior.

Então, pra mim, seja oriental ou ocidental, qualquer experiência bonita de alguém pode se tornar um aprendizado pra minha vida. Sou alguém que tem vários erros na bagagem que tento aceitar e reconhecer a vontade do outro em não fazer o mesmo, mas também tenho e acho que são em número infinitamente maior, muitas experiências bonitas, muitos aprendizados significativos, muitos sentimentos puros e isso carrego com carinho, com amor e como forma de me compreender um pouco mais, dia a dia. A filosofia e o questionamento existencialista, com toda certeza faz parte da minha forma de acordar e viver o dia e também de dormir e viver os sonhos. E com você? Como acontece sua busca pelo auto conhecimento?

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Como comer sushi segundo a tradição japonesa

Você gosta de sushi? E já parou pra pensar que esta 'iguaria' (para alguns) tem uma maneira correta de ser consumida? Outro dia, almoçando em um restaurante com amigos, minha amiga me disse: "Você sabia que não se pode molhar o arroz do sushi no shoyo?". E até aquele dia, eu não tinha dado qualquer atenção à forma tradicional de se comer sushi. Talvez porque tenha frequentado poucos realmente bons restaurantes japoneses, talvez porque nunca tenha ido ao Japão comer sushi, mas como isso tudo não é justificativa, a verdade é que aprendi a comer sushi como comem a maioria dos brasileiros, com pauzinhos (os hashis) e com muito molho shoyo.

Mas da mesma forma que pizzaiolos respeitados se ofendem com quem põe catchup em suas pizzas, aposto que muitos sushimen também se ofendem com o nosso abrasileirado jeito de comer sushi. Isso porque depois que soube pela Débora (oi, amiga!) que o shoyo escondia o sabor do tempero do arroz que tantos anos um sushiman levou estudando para aprender a fazê-lo tão bem, fui pesquisar e percebi que não sei comer sushi! E como brasileiro é brasileiro e comida japonesa virou moda por aqui, aposto que não sou minoria, rs. Mas quero aprender porque se um japonês vier à minha casa comer feijoada e resolver comê-la sem caldo, sem o bacon ou o paio, e com hashi, vou ficar chateada à beça e sentirei na pele o que faço com os sushis, coitados.

A partir de hoje, prometo dar mais atenção ao seu sabor e, quem sabe, conseguir desvendar o segredo do sabor tão apreciado do arroz do sushi. E que tal tentar também? Vamos conhecer as poucas, mas significativas regrinhas da tradicional forma japonesa de se comer sushi...


1 - Sushi é feito do tamanho exato de uma bocada, ou seja, mesmo nós meninas que gostamos de comer menores quantidades, um sushi é pra ser comido por inteiro (acho que essa todos nós já sabíamos, né?).

2 - Sushi, tradicionalmente, é comido com as mãos e não com hashis (mas acho que só encaro isso se for no Japão mesmo porque por aqui vai ficar chato, já que estamos no Brasil e a questão de comer com as mãos não é bem vista por quase ninguém). Eu vou continuar preferindo quebrar essa regrinha e usando os hashis. Mas quando os sushis são do tipo 'grande', como futomakis, esses devem MESMO ser comidos com as mãos, sem voltar ao prato, em várias mordidas - pois o hashi não consegue sustentar o sushi em pedaço.


3 - Dizem que a raiz forte não deve ser acrescentada ao sushi, já que, parece, o próprio sushiman já deve ter colocado o suficiente no tempero. Mas então por que os restaurante brasileiros no Brasil, sempre levam, junto ao prato, esse creminho verde? Essa eu não entendo. Mas quanto a não colocá-lo no shoyo, eu concordo, não pode, cada tempero é um tempero e, além disso o shoyo pode ficar nojento, não acham?

 


4 - Já o gengibre deve ser comido sozinho antes do sushi e durante a refeiçaõ, de vez em quando, já que limpa as papilas gustativas.




5 - Os hashis devem ser posicionados, quando não estão sendo usados, sobre seus suportes, chamados de 'oki'. Sempre paralelamente à você, sobre a mesa. Se houver prato, acima dele, também em paralelo. Mas se não houver o oki, dizem que deve se dobrar o papel dos hashis para apoiá-los, mas pessoalmente, acho que não há mal algum, aqui no Brasil, apoiá-los no prato. E em restaurantes mais importantes sempre haverá o oki, não acham? O papel que envolve o hashi não é higiênico e poucos de nós sabem fazer dobradura (ou origami), rs.



6 - E, finalmente, como usar o shoyo: todos os experts em sushis defendem que o shoyo salga demais o sushi e esconde o sabor do tempero do arroz. Não devemos molhar o lado do arroz, só o do peixe e, para isso, basta uma rotação lateral dos hashis para encostar o peixe, de forma delicada, sobre o shoyo. Quando o sushi é o tradicional redondinho, este não deve ser molhado no shoyo, principalmente se já tiver sobre ele um tempero próprio, especial.



 
7 - E como regra pouca é bobagem, o mais inédito pra mim: como comer! O sushi deve ser levado à boca de cabeça pra baixo, de forma que seja o peixe a encostar na lingua, pois ele é o 'personagem' principal do sushi e seu sabor deve ser valorizado.



Até que é perfeitamente razoável e justificável cada uma das regrinhas de etiqueta para se comer sushi, não acham? Já que estamos comendo um alimento culturalmente diferente do nosso, acho super plausível procurarmos seguir as tradições, mas também há ambientes e ambientes, não acham? E parece que é mais barato comer sushi no Brasil porque no Japão ele é tão cultuado que é estrelinha e não é comida de todo dia não. Parece que um prato com 20 sushis num bom restaurante por lá custa em média 350 dólares ou quase 600 reais! Acho que vou preferir comer no restaurante da esquina mesmo... pelo menos, por enquanto, rs.


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A história do bouquet da noiva - ou do buquê.

Bouquet. Buquê. Bouquet. Buquê. Por quê?


Mesmo que não fosse tradição, que lindo é um 'amarrado' de flores não acham? Flores enfeitam, perfumam e trazem significados pelas espécies e pelas cores. Qualquer que seja a noiva, há de querer casar-se carregando um buquê com lindas flores. Mas quem teve primeiro a ideia?

Dizem que lá na Grécia antiga, onde os casamentos já eram monogâmicos e tudo acontecia certinho... noivado, casamento e filhos, rs, as noivas mais ricas usavam adornos como jóias e terços, mas as camponesas, mais pobres e fora do comércio de mercadorias, ganhavam das suas mães, amarrados de flores com a intenção de  trazerem boa sorte e bons perfumes para a vida de casada. Bonito, não? Aí a tradição se espalhou e todas as noivas passaram a carregar seus 'buquês', que naquela época, além de flores também podiam ter alhos e ervas, cada uma com um significado, principalmente contra mau olhados, como é o caso da arruda.






(Não era de arruda o buquê da Adriane Galisteu ao se casar com Roberto Justos? Pra ela não deu sorte, porém...)


Mas essa não é a única teoria. 

Tem outra teoria super interessante - mas muito menos romântica - que é o fato de na Europa em tempos antigos, quando ainda não existia água encanada e o frio quase matava, as pessoas aproveitavam maio, com temperaturas amenas de primavera, pra tomarem banho - parece que existia um calendário anual de banhos. Como os banhos costumavam ser em maio, os casamentos aconteciam, na maioria, ainda nesse mês ou em junho, quando o cheiro do corpo ainda era ameno, mas ainda assim, as noivas passaram a carregar buquês de flores ou de ervas aromáticas com a intenção clara de ficarem perfumadas ou, pelo menos, de disfarçarem o mau cheiro.


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O que fazer durante o jogo do Brasil na Copa?

Tá! Você vai dizer sentar-se à frente da TV e torcer. E... realmente, no nosso país, acho que não dá mesmo pra variar muito, rs. Estamos aqui sentados à frente da TV também. Mas tudo que conseguimos fazer além é ler ou acessar a net, fala a verdade! Não dá pra fazer mais nada nesse país, pelo menos até 13h de hoje. 




Tentamos fechar uma compra por telefone no Shoptime e recebemos a mensagem: "se deseja realizar uma compra entre 11h e 13h, acesse nosso site". Não dá pra ligar pras empresas nesse momento - e muito menos pros amigos aficionados por futebol. Eu gosto, mas se algum amigo precisar ligar, fique à vontade, rs.





Se quiser ir ao supermercado, não dá... estão praticamente todos fechados!





Os shoppings tem fechado também... cerrado as portas, acredita? Então... nada de compras!









E se não dá pra fazer compras, também não dá pra aproveitar pra pagar contas, fazer investimentos... nada de Banco nessa hora também!





 Ah! E se precisar ir a alguma repartição pública também não dá. Não adianta tentar. Esse é nosso Brasil... mimado pelo futebol, tão mimado... tomara, ao menos, que a seleção retribua tantos mimos. Porque, afinal, eles tem que ser recíprocos, não acham? Estamos aqui adiando nossas obrigações pra ficar torcendo por um jogo. Por favor, seleção brasileira, não nos decepcione! Somos mesmo mimados e queremos essa Taça e mais uma estrela pra coleção!




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O bolo do aniversário de Sofia: massa de chocolate com recheio de brigadeiro branco e morangos, cobertura de chocolate e chantilly cor de rosa

Eu ainda não tinha contado pra vocês sobre como foi fazer o bolo de aniversário pra minha filha. Ela queria um bolo rosinha e o recheio foi escolhido por meu marido: brigadeiro branco com morangos. Até aí tudo certo. Eu cobriria o bolo com chantilly cor de rosa e já sabia o recheio. Mas o que me preocupava era achar uma boa receita para a massa (porque até aquele dia só sabia fazer bolo de cenoura e petit gateâu), o que foi solucionado com a ajuda de uma blogueira super talentosa com bolos e afins - vale super a pena visitar e seguir as dicas do blog dela, o Saboreando a vida! A Marly viu minha preocupação e me deu a dica da massa do último bolo que ela tinha feito e publicado. Eu adorei e então precisava só pôr as mãos na massa, rs:

Olha só a receita da massa de bolo maravilhosa da Marly:

Para misturar numa vasilha e reservar:
2 xícaras de farinha de trigo peneiradas
1 xícara de açúcar
1 pitada de sal (coloquei cerca de 1/5 de uma colher de chá)
1/2 colher de sopa de fermento em pó
1/2 colher de chá de bicabornato de sódio

Para bater no liquidificador (ingredientes continuam na descrição da segunda imagem):
1 xícara de leite
1/2 xícara de óleo
2 ovos
(continua...)


E ainda no liquidificador...

1/2 xícara de chocolate em pó
1/2 colher de chá de café instantâneo
10 gotas (equivalente: 1/3 de colher de chá) de essência de baunilha



E aí é só virar a parte do liquidificador na vasilha que ficou reservada com a farinha e os outros ingredientes e misturar até obter uma massa homogênea, untar e enfarinhar a fôrma e levar pra assar:


Depois do teste do palito aprovado, o bolo assado e apetitoso tinha que ser cortado ao meio! Primeiro eu tinha que desenformar...


E era hora de cortá-lo com uma dessas facas de pão enormes que são excelentes para fazer isso:


 E o RECHEIO foi fácil de fazer:

1 lata de leite condensado
1 caixinha de creme de leite
1 colher de sopa rasa de margarina

Morangos muito bem lavados (vale deixá-los de molho com um pouco de vinagre - ou cloro - por meia hora). Escorridos. Secos. Fatiados.


E aí foi só rechear...

E aí que eu cismei que mesmo com cobertura de chantilly, tinha que cobrir o bolo antes com chocolate pra ficar mais gostoso e fiz a receita de ganache (também da Marly - aqui):

1 barra de chocolate ao leite (a Marly indica o meio amargo, mas como eu não tinha, usei o ao leite)
1/3 colher de chá de margarina
1/4 de xícara de creme de leite

A Marly fala para deixar a ganache na geladeira para endurecer e colocar sobre o bolo - fica mais bonito  e dá pra trabalhar a cobertura - mas eu acabei não fazendo isso por falta de tempo e porque eu ia cobrir mesmo e ficou bom também.


E então ficou faltando só o chantilly... que comprei daqueles de caixinha que vende em supermercado. Deixei no freezer por uma hora e bati na batedeira e colori com esse corante de alimentos que também encontramos em supermercado:


E Sofia teve seu bolo rosinha que ficou saborosíssimo - apesar de não tão bonito assim (porque não tive mais tempo para ser criativa, rs):


Obrigada, Marly, pela receita da massa e também da ganache. Todos nós adoramos e meu marido já disse que vou ter que repetir a receita no aniversário dele porque virou seu bolo preferido - e meu e de Sofia também - posso falar por ela porque ela quer comer bolo rosinha todos os dias apesar de ter acabado em dois dias!

E aí, gente? Receita ótima essa, né? Gostaram?



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Banheiro para criança - um luxo que cura a dor nas costas!

Vou te falar uma coisa... eu bem que gostaria de me dar ao luxo de ter um banheiro adaptado pra altura da minha filha porque esse negócio de ter de levantá-la o tempo todo pra lavar as mãos e pra escovar os dentes é um tormento pra coluna da gente, fala a verdade! Até que a privadinha do tamanho infantil não é tão essencial assim (concluí isso por experiência própria - criança consegue subir sozinha em qualquer lugar, pode ter certeza, rs), mas a pia baixinha é um luxo beeeemmmm necessário, rs. Mas como nem todos nós podemos nos dar ao luxo, olha que ideia genial essa da escadinha. Mas ainda que genial, pode ser perigosa, sei lá... (será que eu sou uma mãe exageradamente preocupada?). Mesmo assim tô considerando a ideia porque acho preferível do que ela abrir o armário e escalar a prateleira que fica sob a pia - coisa que ela tem feito o tempo todo, afinal, já sabe lavar as mãos sozinha e gosta de ir descobrindo sua independência:


E olha esses banquinhos... fofos! Cada um de um tamanho, próprio para três irmãos 'escadinha', rs. E esses pais pensaram em tudo, né? Além da pia comprida pra todos usarem ao mesmo tempo sem cotoveladas, colocaram pequenos espelhos caracterizados diferentes pra marcar território. Adorei! 


E olha a pia baixinha (e também a privadinha)... pena que depois vira um problema e tem que ser trocadas. Mas mesmo assim, um luxo, na minha opinião, muito válido, rs.


E como é que vocês arrumam com seus pequenos? Sobrevivem como eu à dor na coluna ou já arrumaram uma solução?
Obs.: Minha filha está aqui ao meu lado, vendo as fotinhas da postagem (gente, eu não sei de onde eu tirei elas porque já tinha no meu arquivo de imagens que me inspiram, mas quem souber, pode me deixar o link pra acrescentar, por favor) e aí que ela me diz: "Mamãe... eu quero esse banquinho pra escovar dente. E uma privadinha rosinha!" Tá vendo como não é só a mamãe aqui que tá querendo dar um jeito pra que ela consiga usar o banheiro sozinha?

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Qual a quantidade certa para servir os copos de cada tipo de vinho?





Eu adoro atos de 'servir' e isso inclui todo o ritual dos vinhos porque é agradável de ver, de sentir o aroma e principalmente de sentir o sabor deles. E, claro, tudo depende de bons copos. Copos de vinho pra se ter em casa não podem ser de vidro e muito menos coloridos. Vinho é pra ser tomado em cristal transparente porque se não for, perde a graça (olha a chata exigente, rs!). A delicadeza do cristal e a transparência do copo fazem toda a diferença nesse ritual gostoso que é apreciar a cor, o aroma e o sabor do vinho, seja ele tinto, branco ou um espumante. Mas e aí? Qual quantidade é a certa para encher os copos?

PARA VINHOS TINTOS


O ideal é encher o copo de vinho tinto até, no máximo, um terço da taça. A imagem ilustra adequadamente uma quantidade agradável. É necessário que se possa movimentar o vinho sem entorná-lo com a intenção de abrir seu aroma e, por isso, o copo é enorme - esse é um copo Bordeaux - e a quantidade de vinho é pequena.







PARA VINHOS BRANCOS




Copos de vinho branco devem ser enchidos até a metade. Eles são bem menores que os de vinho tinto porque precisam ser consumidos mais rápidos para manter sua temperatura que é mais baixa.









PARA VINHOS ESPUMANTES



Os copos ou taças de vinho espumante devem ser enchidas até cerca de três quartos de seu volume. A bebida é servida sempre muito gelada e tem seu aroma e sabor valorizados por taças tipo flauta - chamadas flûte.








Outras postagens virão a respeito de copos ideais e específicos para cada tipo de vinho. Adoro o assunto e espero que ele lhe agrade também. Gostou dessa postagem?


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