Casamentos
Ah, os casamentos! Tão lindos, não são? E quanta pompa tem alguns... como este que aconteceu hoje na Inglaterra, de um príncipe herdeiro com sua amada plebéia. A plebe, o povo comum, ainda hoje, sem títulos reais ou postos nobres, levam tal nome feio. Mas tomara (e a torcida é grande), o amor não seja plebeu, mas nobre e verdadeiro. Muito se falará ainda do Willian e da Kate, muito há de se comentar sobre o seu casamento, sobre as tradiçoes que persistiram, sobre as novidades ou protocolos quebrados, além, claro, do que nós mulheres adoramos... roupas, maquiagens, cabelos e jóias. Mas o que importa tudo se o que queremos mesmo é identificar o amor em um casamento?
Ah, o amor! Casar pra mim não é subir ao altar ou fazer uma fausta festa. Pra mim é descobrir em alguém seu melhor estado de espírito e sabendo que este dá-se o nome amor, querer comemorar com todos os queridos tal acontecido e assim despedir-se de um estado único ao estado completo, casando no civil, no religioso, seguindo a tradição histórica de passagem, de seguir uma história nova, de começar uma nova vida, família. E que venham as pompas e as circunstâncias desde que comemorar o amor seja o objetivo.



































