"Já não sou o único que encontrou a paz"



A justiça é a única religião
O amor é o único sacerdote
A ignorância, a única escravidão
A felicidade, o único bem
O tempo de ser feliz é agora
O lugar de ser feliz é aqui
O meio de ser feliz é tornar feliz os demais.

Robert Green Ingersoll


Ouvi isso hoje cedinho pela voz do Mário Sérgio Cortella. E, refletindo junto sobre as palavras do Ingersoll e vivendo em meio a pandemia, olhando de dentro da minha casa sobre a condição de vida de pessoas que não se importam com o outro, que fingem cuidar sem realmente estar cuidando e aqui me refiro à saúde porque o que mais tem são pessoas cuidando da vida do outro e deixando de ser felizes, dignas de dó, achando-se centro do universo e cuidando apenas de criar problemas para si próprias na tentativa de ser feliz infelicitando a vida alheia. Tenho compaixão por essas pessoas, pelo que as tornaram assim, apesar que nenhum ato de maldade pode ser justificado por nossas dores do passado. Somos todos responsáveis por nossas atitudes de hoje. Alguns insistem em escolher maldades. Uma pena. Um dó tremendo sinto desses. Mas olha que coisa maravilhosa quando somos coerentes, quando construímos o melhor mesmo, preservando nossa essência boa, sabendo que fazemos o bem, sabendo de nossa integridade! Estamos livres do mal. Esse não nos atinge, não nos ofende, pois o que importa é sabermos dos passos corretos que trilhamos e não a opinião ou julgamento do outro, pois os bons percebem os maus e esses últimos apenas se queimam, mesmo que consigam apoio de grandes amigos. Porém, esses grandes amigos se juntam à maldade achando que estão fazendo o bem porque confiam no autor da maldade, acreditam no que ele inventa. Triste é saber que o tempo não colaborará, pois o mal um dia os atingirá, pois é o ciclo e vício de quem é mau e seu destino é voltar a ficar só. Esses, os maus (coitados!), se não se corrigirem a tempo, morrerão maus, mas o que é realmente digno de dó é que não apenas morrerão maus, mas viverão uma vida miserável, acusando outros de sua infelicidade, mas sendo eles mesmos a causa dela, pois nunca souberam tornar feliz os demais, muito menos a si próprios.

"Já não sou o único que encontrou a paz
 Mas louco é quem me diz
E não é feliz, eu sou feliz" (Balada dos loucos, de 'Os Mutantes')
Eu sou Talita Cavalcante, a dona perfeitinha! E você me encontra em:

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