Talvez não seja tempo disso, mas seja tempo disso outro



Talvez o tempo nunca tenha sido realmente bem interpretado.
Antes desse momento terrível de pandemia em que vivemos,
Quando o tempo ainda não era questionado,
Talvez o tempo tenha sido negligenciado por nós.
Muita gente está descobrindo agora que não levava o tempo a sério.
E como sério é o tempo nesse instante, o único que temos!

Bem, gente, há várias formas de enxergar o mundo durante a quarentena, há várias formas de interpretar o tempo. Qual interpretação você faz e o que você tem escolhido fazer com seu tempo?

Talvez não seja mais tempo de brindar copos de amigos, mas talvez seja tempo de inventarmos um novo tipo de brinde.
Talvez não seja tempo de beijos, mas talvez seja tempo de encontrar pela voz o íntimo mais íntimo do outro.
Talvez não seja tempo de brincar no parquinho, mas talvez seja tempo de realmente ser a maravilhosa mãe e o maravilhoso pai que você tinha certeza que era.
Talvez não seja tempo de um discurso ou palestra, mas seja tempo de ensinar aprendendo.
Talvez não seja tempo de ir à escola ou faculdade, mas talvez seja tempo de entender o real valor de prestar atenção às aulas, independente de como sejam dadas.
Talvez não seja tempo de encontrar e dar aquele abraço no seu melhor amigo, mas talvez seja tempo de mantê-lo junto em vídeo e conversas e dizer pra ele que você adora estar junto, mesmo distante.
Talvez não seja tempo de dividir a comida com um vizinho, mas talvez seja tempo de combinarem reuniões e churrascos futuros.
Talvez não seja tempo de realizar a viagem que sua filha queria, mas talvez seja tempo de construir com ela memórias lindas dentro de casa, dentro da alegria que podemos construir sem precisar sair pela porta.
Talvez não seja tempo de nos exercitar nas ruas, de levar as crianças pra correrem, patinarem e pedalarem, muito menos de ir ao clube, porém, talvez seja tempo de nos encontrarmos e de nos conhecermos felizes apenas por poder dançarmos juntos toda manhã.
Talvez não seja tempo de visitar os vovôs, de subir na casinha da árvore, mas seja tempo de ficar feliz por assim protegê-los e mantê-los perto, mesmo distantes.
Talvez não seja tempo de ter pensamentos egoístas, mas talvez seja tempo de aprimorar em nós o conceito de moral e de preservar a vida de todos.
Talvez não seja tempo mesmo de lamentar! Talvez seja tempo apenas de agradecer.
Talvez o tempo não te proponha nada, mas talvez seja tempo de você finalmente decidir o que quer fazer de melhor com seu tempo.

Obrigada por ter me dedicado um pouquinho do seu precioso tempo.
É tempo de amar, não apenas de talvez amar...
Ame! Perto ou distante, ame!

Talita Cavalcante.


Eu sou Talita Cavalcante, a dona perfeitinha! E você me encontra em:

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