Para uma vida boa, é preciso viver perguntas!


Tenho escrito um e-book, que sairá gratuito, sobre o cronograma de atividades da casa que tenho usado nessa quarentena. E esse processo de escrita dele, para dividir com vocês que me acompanham aqui no blog, no Instagram, no YouTube e no Telegram (Dicas de Casa e Promoções para a família), tem sido bastante reflexivo. E a reflexão, para mim, é fazer perguntas.

Pergunto-me como são as diversas casas em que esse cronograma poderá ser usado e como são as pessoas que se interessarão por ele. E, consequentemente, perguntas mais importantes me acontecem...

Esse momento inusitado que vivemos nos confronta com muitas perguntas a serem feitas a nós mesmos por nós mesmos. E são essas perguntas, mesmo que não tenhamos para elas respostas, que nos fazem viver uma vida boa, melhor a cada dia, por escolha.

Pergunto-me como usar esse tempo para melhorar a minha vida e a da minha família; pergunto-me como ser agradecida pela oportunidade de vivermos da maneira que estamos vivendo agora, apesar de saber do perigo real e da tristeza avassaladora afetando diversos tipos de família; pergunto-me como continuar coerente nos cuidados com os meus e com os outros; pergunto-me como ser ainda mais feliz mesmo numa crise dessa natureza...

Pergunto-me como está a vida de outras pessoas nesse momento. Tenho certeza de que várias delas passam momentos de desilusão, de problemas financeiros, de brigas de toda natureza. E sinto-me, como em outros momentos da vida em que tínhamos um fluxo mais natural, triste em saber que essas pessoas não estão se fazendo perguntas. Tenho certeza que as perguntas podem ajudar, podem nortear, podem ensinar...

Para mim, vida plena mesmo, boa de verdade, precisa estar carregada de perguntas. No passado já vivi momentos sem perguntas. Era como usar máscara estampada com um sorriso. Pra mim, quem não faz perguntas está apenas escondendo suas dores e não fazendo nada a respeito. As perguntas podem até ser doloridas, podem até ser desconfortáveis, mas são elas que nos compreendem, são elas as únicas capazes de reconhecer o sofrimento e, ao mesmo tempo, nos dar poder, o poder de caminharmos para fora dele! 

A falta de perguntas gera mentiras a nós mesmos, gera aceitação do que não deve ser aceito. Gera paralisia das nossas capacidades incríveis. Gera medo de conhecer a nós mesmos e nos decepcionarmos. Mas são as mesmas perguntas que ao nos provocar sobre sabermos mais sobre o que somos nos transformam de uma maneira tão impressionante que o que vem depois é um orgulho de ser, de querer melhorar, de querer fazer e, consequentemente, amor pela vida boa que passamos a viver!  Perguntas são um caminho sem volta! E ainda bem! Te garanto que é dolorido no início, mas que depois da dor, você só encontrará o que sempre desejou!

Viva mais as perguntas!


Eu sou Talita Cavalcante, a dona perfeitinha! E você me encontra em:

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 'Depois que você se foi" (romance).

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