"Se eu fosse você..." Uma ponderação sobre a frase por uma criança de 7 anos


Meu filho, Samuel, sempre está muito atento às expressões e palavras novas tanto em suas leituras quanto nas conversas que ouve ou participa. Bastante interessado, percebo que reflete muito bem a respeito das novidades e é capaz de nos envolver em reflexões conjuntas.

Dessa vez foi o seguinte...

A vovó contava um caso sobre alguém ter dito ao amigo "Se eu fosse você, faria isso..."

E Samuelzinho, ao final do caso, nos envolveu em seus pensamentos:

"Tecnicamente é impossível ser outra pessoa, mas se fosse possível a pessoa ser outra, se ela fosse a outra pessoa, ela pensaria e faria tudo igual à outra pessoa e não como ela faz sendo ela".

Em poucas palavras, ele resumiu tudo!

E a partir disso sabemos que ninguém muda ninguém e se quisermos influenciar um pouquinho que seja o outro, podemos usar melhores palavras ('pelo menos isso!' - como diria meu filho).
Nada mais de 'se eu fosse você' que já é clichê e já não convence a nova geração, muito mais ponderada (e sensata) que todas as demais.

Será que mesmo não podendo ser outra pessoa, podemos nos transformar em uma versão de nós mesmos melhorada?

Afinal... Ninguém muda ninguém, mas a gente pode mudar a nós mesmos?

Nesse caso, meu filho, tenho quase certeza, responderia... 'Tecnicamente sim, MAS..."

A questão é boa porque é complexa. Traz muitos 'mas'.

Temos muito que refletir. E tanto isso quanto aquilo depende apenas de escolhas e ações próprias. O outro não pode nos piorar ou nos melhorar. Vantagem?

Queiramos viver a vida com boas perguntas. Somente essa escolha já nos provoca ações pessoais para auto-mudanças! E o outro que escolha suas próprias maneiras também!


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