Virou moda agora ter atendentes que falam português nas lojas de luxo de Nova York. Em reportagem da revista Veja dessa semana (18 de agosto), a explicação fica clara: os brasileiros estão viajando mais para lá e gastando muito mais.
Eu sempre soube que brasileiros (principalmente as brasileiras, rs) gostam e muito de artigos de luxo, mas no momento atual da economia mundial, cuja crise não atingiu os brasileiros, compras em lojas de grife em Nova York se tornaram algo muito, mas muito mais comum. De 2008 para 2009, o número de milionários no Brasil cresceu 19% e isso é uma coisa incrível, não acham?
E comprar em Nova York não trás só o glamour. Nas lojas de artigos de luxo como vinhos, jóias e roupas e sapatos de lá (muitas já existem em São Paulo), é possível economizar. Falar em economizar quando o assunto são as compras em lojas de marcas caríssimas não é uma bobagem, já que a economia, nesse caso, se torna maior ainda. Um par de sapatinhos clássicos Cristian Louboutin em loja de lá custa em torno de 600 dólares. Em loja no Brasil, o mesmo não sai por menos de 1.400 dólares, ou seja, um par comprado aqui, compraria dois por lá e ainda sobraria um pouquinho pra um lanche na esquina da 5a avenida, rs. Deixando meu pensamento de pobre de lado, rs, vamos namorar um pouquinho o Simple Pump da marca que já não parece mais tão caro assim pra muitos bolsos e bolsas brasileiras, rs:
Também quero ir pra Nova York e me jogar nos tapetes vermelhos que dizem estão estendendo por lá pra gente... (pra sentir um pouquinho esse lado da 'moeda', rs). Até que essa recessão da economia de lá ajudou a deixar a gente mais bem quisto porque depois dos chineses, hoje somos quem mais gasta nos Estados Unidos. E tomara que nossa economia continue numa boa (Ô, Bolsa, volta ao que era antes também?), porque brasileiro ter que deixar de comprar artigo de luxo é tão deprimente como ver a carinha da criança que derrubou o sorvete no chão.
Obs.: Isso é mais uma evidência do quanto é desigual nossa sociedade. Vale post sobre o assunto também. Mais tarde...
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